postado por Rosana Tetamanti | 5 September 2009

Diz a história que Júlio César queimou acidentalmente a biblioteca de Alexandria quando tentou frustrar os ataques de Achillas contra sua capacidade de comunicação por via marítima em 48 a.C.
Em 2002 a empresa de arquitetos noruegueses Snohetta inaugurou junto ao Presidente da República Arábica do Egito a nova Biblioteca de Alexandria, bem próxima ao local da antiga. Uma instituição pública de informação e pesquisa para servir estudantes e pesquisadores, assim como ao público em geral.
A construção principal tem a forma de um cilindro com 160 metros de diâmetro e o topo chanfrado. O telhado em ângulo tem a função de minimizar os danos causados por ventos marítimos e permitir o uso da luz solar.
Em suas paredes estão diferentes alfabetos que representam 500 culturas ao longo de 10.000 anos.
Os principais financiadores da instituição foram a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) e o governo egípcio. O custo total da obra ficou por volta de 200 milhões de euros.
Nos seus 11 andares, encontram-se quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, um planetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala para congressos e exposições. Sem mencionar dez mil livros raros, cem mil manuscritos, 300 mil títulos de publicações periódicas, 200 mil cassetes, 50 mil vídeos entre outras maravilhas.
http://www.bibalex.gov.eg/English/index.aspx