postado por Helena Rabethge | 5 March 2010
Não há dúvidas de que a tecnologia Touchscreen revolucionou a maneira de nos relacionarmos com os eletrônicos, mas também fica muito claro que, às vezes, eles podem travar e dificultar nossos cliques. Uma solução criativa para esses problemas é o Skinput, um dispositivo que usa um pico-projetor para emitir imagens gráficas na palma da mão ou antebraço do usuário, transformando sua pele em um computador interface.
O dispositivo, construído em colaboração entre pesquisadores da Carnegie Mellon University e a Microsoft, detecta a frequência dos diferentes sons emitidos quando nós “clicamos” na nossa pele para escolher algum ícone, menu ou tecla, e assim responder aos comandos.
Ficou curioso? Confira o vídeo e veja mais detalhes desta novidadehttp://research.microsoft.com/en-us/um/redmond/groups/cue/skinput/index.html
postado por Greice Moreira | 27 February 2010
Ver uma fotografia panorâmica de Paris, com o Rio Sena, Torre Eiffel e ao fundo o Sacré Coeur lhe parece normal? Agora imagine pode fazer um zoom nesta imagem, e ver exatamente o que esta por detrás das janelas dos prédios mais próximos. Poder contar quantas pessoas estão em cada divisão, se se trata de uma sala ou de uma cozinha e comparar, até, a decoração. Parece mentira ou algo digno do satélite mais poderoso da NASA? Mas são, na verdade, as fotografias hiper-detalhadas do francês Jean François Rauzier. Ou simplesmente as hiper-fotos, como o seu autor lhes chama. Através da montagem de centenas ou até milhares de fotografias de alta qualidade, é criada uma imagem de hiper-resolução que leva aos extremos tanto o detalhe como a perspectiva.
Cada colagem leva entre 600 e 3400 fotografias individuais que são tiradas individualmente, num período de tempo que pode chegar à duas horas - o que, pensando bem, não é tanto assim. O que demora mais neste trabalho são a junção das fotografias e o trabalho em Photoshop: Rauzier assegura que o espectador não possa distinguir onde começa uma imagem e termina outra. Mesmo que o trabalho utilize uma perspectiva de 360º, como pode ser visto na hiper-foto de Paris, daí a imprevisibilidade do resultado final. E por que este tipo de fotografias? Rauzier ao longo de 30 anos de trabalho já foi pintor, escultor e fotógrafo ao longo de 30 anos de trabalho e, a partir de 2001, descobriu que era esta a técnica que mais o completava, pelo menos ideologicamente por juntar um pouco de tudo. Nas suas palavras "como fotógrafo uso esta arte poderosa para capturar a realidade. Como pintor eu posso controlar a minha imagem de forma exata e colocá-la onde quero. Como escultor, passo muito tempo a meditar acerca do meu trabalho, a tocar e a sentir a sua textura. Hiper-fotografia é uma combinação destes três meios".
http://www.rauzier-hyperphoto.com
postado por Sergio Barros | 6 February 2010
Lí hoje um texto de Pete Blackshaw, publicado na Adverting Age, sobre o início da Social Media que fez pensar no real significado do termo, ou da disciplina, como já vem sido tratada no Mercado.
A internet 2.0 possibilitou uma explosão de ferramentas e plataformas de colaboração de tirar o fôlego. Assim Blogs, MySpace, FaceBook, Twitter e Orkut receberam uma porção de aplicativos que se conectam rapidamente uns aos outros possibilitando a propagação de informação na rede com maior facilidade.
Somos questionados frequentemente em relação a um meio de incluir a Social Media em trabalhos por conta de muitos cases de sucesso que tem surgido como uma nova onda. Todos querem fazer parte disso, mas esquecem de criar uma estratégia coerente e duradora para passar os princípios da marca no meio digital.
Assim como qualquer novidade que surge no mercado, uma certa dúvida sobre necessidade e resultado acompanham essa questão. Isto, por ser uma disciplina nova da qual os profissionais da área de comunicação ainda estão explorando as possibilidades e conseqüências de uso.
Portanto a resposta da nossa questão é: está no plano se você estiver pronto para se relacionar com o seu público. Isso porque a Social Media proporciona um relacionamento direto e intenso e irá lhe trazer insights sobre a sua marca, produto e consumidores nunca antes recebidos. Em um curto período as empresas irão perceber que a mídia tradicional precisa ser repensada e tratada de maneira diferente pela corporação, que deve incorporar um prospect bem trabalhado para longo prazo.
As organizações de marketing continuarão a sofrer com todas essas mudanças, quebrando antigos paradigmas e cada vez mais buscando transparência, porque a rede grava tudo e prolifera informações numa velocidade inimaginável.
postado por Sergio Barros | 2 February 2010
Na quarta feira passada (27/01) não se falou em outro assunto a não ser o tão esperado Tablet IPAD da Apple. Segundo especialistas do Mercado, intermediário entre um iPod/iPhone e um notebook, por serem mais leves e menores (25 cm por 19 cm), os tablets normalmente não tem teclado (só um tela sensível ao toque) e são usados para acesso à internet, leitura de livros digitais e entretenimento (música e vídeo).
Que o futuro é digital nós já sabemos, mas como podemos utilizar essas novas ferramentas a nosso favor?
Hoje lí uma matéria no Meio e Mensagem sobre a confirmação da queda de 6,9% da circulação dos 20 dos maiores jornais diários brasileiros em 2009. Apenas seis conseguiram melhorar seus desempenhos de acordo com dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC).
Essa informação reforça a teoria de que precisamos mudar a nossa forma de se comunicar com consumidores. Não significa mais quebrar paradigmas, mas sim acompanhar tendências e estar atualizado. Por isso listei abaixo algumas possibilidades interessantes que o Ipad poderia proporcionar para o Mercado Imobiliário:
Bonito e Eficiente
• Um aplicativo com todas as informações sobre o produto poderiam ser visualizadas facilmente por interessados no produto. Incluindo videos, mapas e localização via Google Maps Ecologicamente correto
• Como estamos num ambiente digital, não necessitamos mais imprimir informações desnecessárias, tudo está há um clique Fácil de usar
Fácil de usar
• A facilidade como manuseamos o Iphone foi transferida para o Ipad. Sendo assim quem já navegava através do touch-screen não vai sentir diferença alguma ao usar o novo Tablet. Prático
Prático
• A força de vendas poderia se beneficiar e muito com esse equipamento, livrando-se da quantidade enorme de folders e catálogos de produtos. Tendo em mãos informações sempre atualizadas.
Aproveitem a novidade!!
postado por Sergio Barros | 29 January 2010
Se você tem mais de 25 anos, provavelmente viveu o auge e trocou muitas mensagens via ICQ. No entanto, hoje terá muita dificuldade para encontrar seus amigos novamente na rede social que foi muito popular em meados dos anos 2000.
Quase dois anos após o lançamento do ICQ 6, vem o ICQ 7 integrando ferramentas sociais como Twitter, Facebook, Digg, Delicius, Flickr e Youtube, quem diria? Mas estará somente disponível para usuários de Windows, portanto, caros usuários de Mac, tirem o cavalinho da chuva.
Mas para quem tem aquele sentimento nostálgico de que o ICQ foi a melhor ferramenta de todos os tempos, faça o download e teste novamente o aplicativo. Ou, se preferir, adicione os seus amigos do ICQ no Adium sem a necessidade de se logar na plataforma.