The 2010 Social Networking Map.

postado por Helena Rabethge | 4 September 2010

Você já deve ter visto muitos números referentes à porcentagem da utilização da internet no Brasil e no mundo, como Y% dos internautas acessam o Twitter diariamente e que mundialmente o Facebook cresceu Z% em números de usuários. Mas o que tudo isso quer dizer?


Para facilitar a mensuração dos números, o Flowtown atualizou um mapa das comunidades online feito pela XKCD, em meados de 2007. O novo mapa ilustra como seria o mundo se cada rede social fosse um país e seus usuários a sua população.
 
É interessante reparar que, comparado ao mapa de 2007, algumas comunidades como o Facebook tiveram grande expansão em número de usuários e algumas uma redução absurda, como é o caso do MySpace, descrito aqui como “ex-Reino”.


As Wiki’s aparecem como um arquipélago, onde apenas as maiores são nominalmente mencionadas. O soberano Google ocupa todo o pólo sul e é descrito como um Império. Já o tão querido pelos brasileiros MSN Messenger, ferramenta do Windows Live, aparece recuando lá em cima. No ”Mapa Mundi” há ainda algumas redes pouco conhecidas e difundidas no Brasil como o HABBO, Match e BEBO, que são bem famosinhas em outros países – daí o grande número de usuários.


Conclusões? Percebo que, como diria o poeta, tudo muda o tempo todo no mundo e com aquisições, vendas, parcerias, joint ventures e outros fatores e influências externos, esse mapa está e continuará em constante transformação.

 

 


Veja AQUI o mapa em tamanho original.

 

FONTE

Decifra-me.

postado por Helena Rabethge | 13 July 2010

 

Você está no supermercado e quer comprar uma granola. Saca o seu iPhone, aponta para o código de barras do produto e fica sabendo, num instante, que ele contém óleo de soja hidrogenado, xarope de milho e aspartame. Leia-se: alto teor de gorduras trans e açúcares. Rolando a tela, você descobre que a fábrica não tem política de reuso de água e a ética no ambiente de trabalho é conversa. No fim das contas, a granola ganha nota 3,8. Não, isso não é uma cena de versão ecológica dos Jetsons, é o presente: o site de pesquisa GoodGuide organiza informações de 75 mil produtos e suas companhias e os classifica com notas de 0 a 10, avaliados por suas performance em saúde, meio ambiente e sociedade. A iniciativa é do professor Dara O’Rourke, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que num belo dia de sol resolveu investigar os componentes do filtro solar que espalhava na pele de sua filha. Encontrou substâncias cancerígenas e começou a levar o assunto a sério. O GoodGuide faz parte de uma onda irreversível e em crescimento: o da transparência, com blogs, Twitter, websites e redes sociais sendo difusores de informação que ajudam o consumidor medir o impacto de suas compras e a discernir o verde do falso verde.


Fonte: Revista Vida Simples – Julho 2010 – Edição 94 – pág. 13

Google Voice.

postado por Sergio Barros | 26 June 2010


 
Google Voice, disponível anteriormente apenas por convite pessoal, proporciona um número único para centralizar todos os telefones de sua vida. Com este número é possível unir vários telefones ao mesmo tempo ou individualmente, dependendo das suas preferências.

A nova ferramenta também inclui correio de voz baseado na Web com a transcrição de texto instantânea, a opção de definir cumprimentos personalizados para diferentes públicos e a capacidade de enviar e receber mensagens de texto ilimitadas. E o melhor de tudo, é totalmente gratuito.

O Google Voice foi criado originalmente pela GrandCentral Communications, uma empresa iniciante que a Mountain View havia comprado em junho de 2007. O serviço permite criar um número único que vai tocar todos os seus telefones - a partir de seu telefone celular para seu telefone de casa para o telefone do escritório. Ele transcreve automaticamente e-mails a sua voz. Além disso, oferece chamadas gratuitas e textos dentro os E.U. e Canadá , bem como baixo custo de chamadas internacionais.

O Google diz que mais de um milhão de pessoas estão usando o Google Voice e que este é o pináculo da comunicação humana moderna.




Consumidores agora também são “publishers”. Quem não se lembra dos clipes “United Brakes Guitars”. Um músico que teve sua guitarra quebrada numa viagem pela United Airlines, fez um vídeo que se tornou um hit no You Tube com milhões de acessos.


Hoje, os consumidores retweetam de seus iphones, recomendam de seus facebooks. São curadores.


São também “disrupters”, disvirtuam as intenções da marca. Com o filme que a Nike fez e divulgado através de redes sociais, a marca é mais associada à Copa do Mundo que a própria Adidas, que é patrocinadora oficial do evento.


Consumidores também são departamento de pesquisa e desenvolvimento. Quero dizer, marcas hoje contatam seus consumidores para dividir ou até pedir suas opiniões e os consumidores também podem contatar a marca para expressar suas idéias, por exemplo: My Starbucks Idea.


Consumidores questionam cada vez mais os princípios morais das marcas. Antes de comprarem, eles estão interessados em saber quais as causas que determinada marca suporta, se ela tem responsabilidade social, se elas são ambientalmente responsáveis.


As marcas têm um novo papel, as agências têm um novo papel, os consumidores têm um novo papel.Como será o futuro?


A evolução da revolução será a colaboração. Porque somos um mundo co-dependente digitalmente conectado. O que fazemos afeta o outro e vice-versa.


Queremos fazer negócio com alguém da mesma forma que queremos que façam negócio conosco para construir um mundo melhor juntos.


De um ponto de vista criativo, precisamos ser competitivos mas também precisamos ser colaborativos, por exemplo, Nike Green Exchange abriu seu departamento de pesquisa e desenvolvimento de produto para outras marcas como Best Buy e Yahoo para encontrar soluções mais rápido e todos temos acesso a esse aprendizado.


Frente a essa nova realidade é ultrapassado separarmos propaganda tradicional das novas mídias. Hoje tudo se interliga: precisamos fundir as duas e entender o poder que têm as mídias sociais.

 

 

A Pepsi anunciou na recente Internet Week em Nova York, que eles começaram a experimentar inserir mensagens e conteúdo digital nos códigos de barras de seus produtos. A tecnologia é diferente do QR Code e oferece uma plataforma de duas vias de comunicação, fazendo com que os usuários possam fazer upload de imagens, vídeos e informações que ficam disponíveis para outros usuários.

Conheçam um pouco mais através do video: