Feira apresenta novidades luxuosas para cozinhas e banheiros.

postado por Alessandro Palermo | 17 March 2010

Assim como na edição passada, a 5ª Kitchen & Bath trouxe a São Paulo, entre os dias 9 e 12 de março, as novidades dos setores de cozinha e banheiro para este ano, voltadas quase que exclusivamente para o público de alto poder aquisitivo. Materiais luxuosos, com tecnologia de ponta, mas econômicos. Esses três elementos guiaram a produção de mobiliários, eletroeletrônicos, banheiras e duchas, louças, metais e acessórios diversos. O evento, restrito a profissionais do segmento, e com mais de 60 expositores nacionais e internacionais, recebeu cerca de 18 mil visitantes.

 

 

Neste ano, os fabricantes apostaram, principalmente, em produtos sustentáveis e facilitadores, com design contemporâneo e cores que são tendência na moda, traduzidos em duchas com monitoramento digital de tempo e temperatura, cabines de banho com entrada para MP3 e telefone viva-voz, banheiras com televisores LCD, entre outros.

 


Cada vez mais dinâmicas e práticas, as peças aparecem menores e com linhas mais suaves, refletindo o desejo do consumidor em ter em sua casa alta tecnologia aliada ao conforto e ao design, apesar de os preços ainda serem um tanto quanto inacessíveis. Baratas ou não, as novidades vistas na feira estarão disponíveis no mercado ainda esse ano e o consumidor poderá escolher entre o "luxo sustentável" e o "luxo tecnológico".


Para saber mais, clique AQUI.

 

 

Sustentabilidade desde o projeto

postado por Roberto Dohan | 16 March 2010

 

Eficiência energética, uso racional da água, preferência por materiais ecologicamente corretos e preservação ambiental estão entre os principais fatores que definem uma casa sustentável, conceito que vem se difundindo no Brasil principalmente nos últimos dois anos.
Esses tipos de construções, recebem o selo LEED e seguem rigorosas regras no que diz respeito a cinco pilares: implantação sustentável, energia e atmosfera, consumo eficiente de água, materiais e recursos, e qualidade interna do ambiente.
Outra importante ferramenta de avaliação dos critérios de sustentabilidade é a AQUA (Alta Qualidade Ambiental), emitida pela Fundação Vanzolini para certificar construções que estejam de acordo com determinados padrões de impacto ambiental e eficiência energética.
Mais específicos, o Procel Edifica (da Eletrobrás, voltado para a eficiência energética das edificações e o conforto ambiental) e o CEPE (Conselho Europeu das Indústrias de Pintura, que distingue as chamadas tintas ecológicas), também têm impulsionado o desenvolvimento da construção sustentável no país.
Apesar dos avanços, ainda há muito a fazer por aqui, a começar pela conscientização sobre a importância do consumo sustentável inclusive depois da entrega das obras, o que ajuda a pagar – em questão de meses, dependendo da área construída – os investimentos nas reformas ou construções ‘verdes’.

ONDE CONSTRUIR

Para a arquiteta e bióloga Martha Nader, da Ecohabitar Arquitetura e Construção, todo projeto já deveria nascer sustentável.
“É preciso sempre olhar o meio-ambiente como um fator limitante, interferindo o mínimo possível e fazendo a natureza trabalhar a favor da arquitetura da casa”, acredita.
Segundo a arquiteta Ana Dreyer, filiada ao GBC, algumas características do lugar onde a casa será erguida devem ser consideradas, tais como disponibilidade de água no subsolo, regimes de chuva e vento, orientação solar, vegetação etc.
Na serra gaúcha, por exemplo, o isolamento térmico é essencial, enquanto em Manaus, é necessário arejar ao máximo a casa devido às altas temperaturas.

 

Acesse o SITE e saiba mais sobre o assunto. 

Arranha-céu Purificador.

postado por Gabriel Nunes | 11 March 2010

 

Jakarta está localizada em uma região cortada por treze rios diferentes, que abastecem a população local. O grande problema é que com o crescimento da cidade, os rios foram poluídos e as enchentes causam cada vez mais estragos nas favelas construídas ao longo dos leitos.


Para amenizar esses dois problemas e ainda fornecer um espaço para moradia da população de baixa renda, um grupo de arquitetos criou o Ciliwung Recovery Project (CRP). Ele foi projetado para utilizar um sistema integrado de filtragem que irá purificar as água do maior rio da região.


A estrutura do prédio é feita a partir de uma coluna de tubos que transportam a água do rio ao longo das três etapas de purificação e depois a leva de volta ao seu fluxo natural.


Na primeira etapa da limpeza, a água sobe pelos tubos por meio de uma ação capilar, fazendo com que parte do lixo seja separada naturalmente. Esse material seguirá para reciclagem ou compostagem, a depender do tipo.


Depois a água é filtrada para eliminar resíduos tóxicos e contaminantes, e segue de volta para o rio. A água utilizada no próprio prédio também será coletada, tratada e filtrada antes de ser despejada no rio. Já os resíduos domésticos serão transformados em adubo para utilização no leito.


Para tornar o novo ecossistema ainda mais equilibrado, as favelas ao longo do rio serão removidas e os moradores serão relocados no próprio prédio, em unidades de habitação de baixa renda. Assim, além de fornecer moradia adequado à essas pessoas, a área que elas ocupavam poderá ser reflorestada.


A construção ainda será abastecida por turbinas eólicas e por placas solares instaladas no telhado e toda a estrutura será coberta com vegetação natural. Para economizar energia, os elevadores do prédio serão movidos por um sistema baseado no Princípio de Arquimedes, que utiliza a relação entre gravidade e empuxo da água para movimentar os corpos.


Graças ao seu conceito inovador, design e benefícios ecológicos, o CRP recebeu o prêmio de segundo colocado na eVolo Skyscraper Competition 2010. A competição tem o objetivo de "examinar a relação entre o arranha-céu e o mundo natural, a comunidade e a vida urbana. Incentivar a imaginação para redefinir o termo 'arranha-céus' por meio do uso de novos materiais, tecnologias, estéticas, programas e novas organizações espaciais".


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4309661-EI238,00-Arquitetos+criam+arranhaceu+que+limpa+agua+de+rio.html#tphotos

 

Oasis Tower - Mais um ótimo exemplo de Fazenda Vertical

postado por Thaiane Moregola | 4 March 2010

 

Dubai está emergindo rapidamente das areias do deserto e, cada vez mais pessoas estão se mudando para a famosa cidade. Já com uma quantidade de terra limitada para agricultura, Dubai precisará, em breve, de uma solução alternativa para plantação. Uma das soluções apresentadas é o Oasis Tower, uma fazenda vertical projetada por Rahul Surin. Coberto em ETFE e capaz de produzir força através de energia renovável, esta fazenda terá capacidade de produzir o suficiente para alimentar mais de 40.000 pessoas, ajudar a reduzir crises de falta de comida, além de oferecer moradia para alguns residentes de Dubai.

 

 

Ele ficaria localizado perto do centro de Dubai, cercado de uma área de terras bem extensa, um lago e um número considerável de lagoas na base da torre. O arranha-céu em si é composto de três torres espirais que ficam em volta da parte central. A energia do prédio viria de turbinas de vento em eixos verticais colocadas entre os andares da torre central. Águas cinza seriam tratadas e reutilizadas e um digestor de metano utilizaria as sobras do que é criado no local para gerar mais energia. Dentro, a torre seria planejada principalmente para a colheita de alimentos, além de disponibilizar alguns andares para moradia. Uma boa solução!


http://www.inhabitat.com/2010/03/01/the-oasis-tower-a-helical-vertical-farm-for-dubai/oasis-tower-3/

Sustentabilidade chinesa.

postado por Rafael Antunes | 4 February 2010

 

O escritório de arquitetura Chinês MAD projetou um novo arranha-céu, o Urban Forest. Um centro cultural de 385 metros na cidade de Chongqing, China.
Este será o último de três arranha-céus seguindo a mesma proposta arquitetônica.


Ela propõe o desenvolvimento do espaço urbano chinês: atualizar a sustentabilidade multidimencional dos arranha-céus nos novos bairros chineses, onde a natureza será reincorporada no ambiente de alta-densidade urbana. E, futuramente, devolver a afeição pela natureza uma vez perdida na tradição oriental e trazer cidadãos à cidade moderna.


O Urban Forest está previsto para ser entregue em 2011.

http://www.i-mad.com