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O museu de arte de Tel Aviv é uma obra de arte.

postado por Cleiri Sabino | 1 February 2012

Você já pensou em ir até Israel? Se um dia decidir visitar o país, não deixe de ir ao Herta Edifício Paul Amir, que abriga o Tel Aviv Museum of Art. Ele foi projetado pelo escritório de arquitetura Preston Scott Cohen, e é surpreendente.

 

 

Cohen foi o responsável por unir as necessidades programáticas com o lugar, criando assim um objeto combinado, tal como um complexo conjunto de espaços. O espaço arquitetônico feito por ele é ao mesmo tempo linear e em multicamadas. 

 

 

Ao longo do prédio é possível ver "quedas de luz", que nada mais são do que drenos verticais na extensão do edifício, que orientam o visitante, unem todos os espaços ao seu redor, levam de um nível para outro, e trazem a luz natural ao nível inferior do edifício. 

 

 

 

A parte exterior do edifício lembra um envelope, como se fosse uma "dobra" que quebra em diferentes módulos de ângulo aberto, é um ornamento feito dinâmica de 430 painéis de cimento polido fabricados no local.

 

Cohen mostrou que é sempre possível inovar e aperfeiçoar um projeto arquitetônico. E se você quiser conhecer um pouco mais do museu, acesse o site.

 

 

Fonte

Porta-aviões transformado em hotel de luxo.

postado por Paola Oliveira | 19 January 2012

O porta-aviões da antiga União Soviética, Kiev, foi convertido em um hotel de luxo por seus novos proprietários chineses.

 

 

Kiev foi construído em 1972 e, posteriormente, comprado pela China em 1996. Agora inovado para a versão hotel de luxo que faz parte do Binhai, parque temático militar em Tianjin. O navio foi transformado em 137 quartos standard, três quartos VIP, duas suítes presidenciais e um restaurante de luxo. O Kiev permanecerá atracado no porto durante a sua utilização como um hotel.

 

 

Hotéis criados a partir da reutilização de estruturas oferecem uma atração única e, ao mesmo tempo, mantêm os materiais fora dos montes de sucata.

 


O melhor da Street Art de 2011.

postado por Cleiri Sabino | 10 January 2012

O ano que passou vai entrar para a história como momento de ocupação das ruas, da praça Tahrir, no Cairo, aos indignados reunidos nas ruas em Madri e jovens na Wall Street, em Nova York.

 

A arte acompanhou essa movimentação voltada para o espaço público.

 

 

São Paulo, metrópole conhecida pela potência de seus grafiteiros, recebeu reforço estrangeiro, com intervenções de azulejos do francês Invader e bicicletas espalhadas nas ruas pelo dinamarquês Olafur Eliasson. 

 

Na rua Augusta, projeções embalaram os prédios e uma esquina chegou a ser coberta de LEDs ultracoloridos. 


Imagem de uma das melhores obras de arte urbana pelo coletivo Yarn Bombing/Guerilla Crochet

 

No Rio, o coletivo Muda usou azulejos para cobrir com desenhos túneis e passagens. 

 

Reunindo o que rolou no resto do mundo, o blog Street Art Utopia (www.streetartutopia.com) fez uma lista das 106 melhores intervenções de 2011, incluindo obras de estrelas, como o britânico Banksy, e anônimos criativos. 

 

Estão lá árvores e bicicletas envelopadas em lã, enormes desenhos que dão a ilusão de crateras abertas em ruas movimentadas, monstros gigantes em empenas cegas de edifícios e afins. 

 

Nas intervenções elencadas pelo site, artistas parecem se dividir entre projetos formais, que tentam dar mais cor a cenários urbanos cinzentos --como lápis entalhados em árvores ou no lugar de cercas--, e ácidas críticas de cunho político e social. 

 

Uma delas traz o logotipo do Facebook estampado num enorme maço de cigarros, outra mostra um esqueleto desenhado sobre um bueiro, e uma faixa promete anunciar o segredo da felicidade, mas está rasgada pela metade. 


 

 

Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1030590-blog-reune-melhor-da-street-art-no-ano-das-ocupacoes.shtml e www.streetartutopia.com

Por dentro da vida marinha.

postado por Cleiri Sabino | 5 January 2012

O que te lembra o nome The Blue Planet? Se você disse água, parabéns!

The Blue Planet é um aquário em forma de uma grande turbina de hidromassagem e inspirado no movimento inifinito da água. Ele está localizado na Dinamarca, as paredes e telhados deste aquário formam um fluxo único e contínuo, além de serem revestidos para enfatizar o contorno ondulado do edifício.

 

 

Quando os visitantes chegam ao The Blue Planet, o edifício se responsabiliza por despertar a curiosidade pela experiência que os espera lá dentro. Se você inclinar a cabeça para trás, verá que você é realmente uma parte deste aquário, pois o teto acima do saguão é feito de vidro e, ao mesmo tempo, é o fundo de uma piscina. Através da água da piscina, você pode ver o céu com a luz solar sendo refletida na água, manchas brilhantes no chão e as paredes desta luz, deixam a entrada acolhedora e ao mesmo tempo misteriosa.


 

A Sala Redonda é um centro de navegação no aquário e é onde os visitantes escolhem qual rio, lago ou mar irão explorar. Cada exposição tem sua própria cara em direção à sala redonda, com entradas distintas, começando com uma zona tampão - uma plataforma onde o som e as imagens são usados para introduzir a atmosfera comunicada na sala de exposições.


 

Há alguns metros acima do terreno, o The Blue Planet mostra que toda a água no mundo é intrinsecamente ligada, desde as enormes forças de tsunamis para a infinitamente pequena molécula. 


 

Esta é realmente uma experiência única, e foi justamente baseado nesse fato que o edifício foi construído. Vale a pena fazer uma visita submarina dentro do aquário.

 

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Serpenteando o museu.

postado por Cleiri Sabino | 14 December 2011

 

Quando decidimos ir a um museu sabemos que será algo diferente e surpreendente, agora, a visita ao Museu de Pré-História Jeongok, na Ásia, é mais surpreendente ainda. 

 

O escritório de arquitetura parisiense X-TU criou uma estrutura semelhante a uma serpente de prata deslizando através da Ásia Oriental. Consegue imaginar?


 

 

 

Como se não bastasse, o museu está construído em um local Paleolítico no distrito de Jeongok, onde o chão é cheio de fósseis, representando a história dos primeiros habitantes humanos do país, 300 mil anos atrás, e foi o local da descoberta do primeiro machado de mão no Leste da Ásia.

 

Parte da arquitetura é revestida com aço inoxidável, destinado a refletir o ambiente natural.

 

 

 

A proposta da AX-TU foi meticulosamente projetado para causar a sensação mais inigualável dos museus de história natural.

 

 

Em vez de olhar para o passado, a X-TU queria dar para o Museu de Pré-História Jeongok uma vibe futurista! 

 

 

Os interiores consistem de paredes brancas com curvas suaves e recortes circulares. O edifício alongado tem uma abertura circular enorme na arquitetura que atua como uma janela, com perfurações adicionais circulares em uma escala menor. 

 

 

Toda essa estrutura é ainda mais linda durante à noite.

 

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