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A indústria da propaganda está de olho no futuro digital.

postado por Roberto Dohan | 22 July 2011

Chris Schreiber é diretor de marketing da agência de propagaganda Sharethrough focada em vídeos virais, um especialista em estratégia de conteúdo social. Recentemente ele apresentou um seminário de duas horas no Cannes Lions Festival, intitulado “Fazendo Vídeos tornarem-se Virais: Técnicas criativas, Sociais, e Tecnológicas.”
Este ano o festival, que é o evento mais importante do mundo publicitário, apresentou uma quantidade sem precedente de peças digitais usando ferramentas de empresas de tecnologia como Google, Facebook e Microsoft.
A relação significativa entre as poderosas novas forças em tecnologia e a produção criativa da indústria de publicidade se tornou bastante clara durante o evento. Como a web crescentemente nos autoriza a escolher e compartilhar conteúdo que nos interessa, marcas se comprometem a criar conteúdo e experiências que prosperam em nossa cultura “on-demand”.
Aqui estão cinco temas chave da conferência que apontou as mudanças principais no mundo da publicidade.

1. Uma Nova Onda de Marketing Experimental

Em uma das sessões de abertura Martin Lindstrom especialista em construção de marca fez o seguinte comentário: "É mais eficaz sentir a marca, não vê-la." O assunto marketing experimental teve grande destaque na conferência. Várias marcas discutiram os modos que nós usaremos novas tecnologias como realidade aumentada e near-field communication (troca de dados por toque), para conectar-se aos consumidores.
Poucas marcas se dedicaram tanto ao marketing experimental como a Nike, que teve uma queda de 55% em publicidade televisiva nos últimos 10 anos. Por outro lado investiram em patrocinar mais de 200 times, oferecendo tecnologia móvel revolucionária para corredores e criando mais de 10.000 artigos de conteúdo original.




2. Conteúdo, Não Anúncios

Se esta conferência serve como parâmetro, nós estamos para ver uma explosão de novos tipos de conteúdo produzidos por marcas. Mesmo que este processo já tenha começado (especialmente com vídeo on-line), é provável que estejamos somente arranhando a superfície.
Nenhuma das sessões foi mais memorável do que a da Coca-Cola, que mostrou uma convincente estratégia de criação de conteúdo "Liquid and Linked". Enfatiza um dinâmico storytelling para estabelecer múltiplas conexões com as pessoas. A Coca-Cola está aumentando imensamente seu investimento em uma variedade grande de produção de conteúdo para ajudar a direcionar a seu discurso e aumentar sua relevância junto a cultura popular.
O presidente de AOL Tim Armstrong e a fundadora do Huffington Post Ariana Huffington também falaram extensivamente sobre a importância vital do conteúdo do anúncio. Tim Armstrong falou sobre a importância de criar conteúdo original ao invés de simplesmente aperfeiçoar anúncios. Hoje os novos hábitos de consumo de mídia exigem que marcas criem conteúdo que as pessoas escolham assistir (e compartilhar), ao invés de empurrar comerciais de TV indesejados.



3. As mudanças de Comunidades para "Coletivos"

O "coletivo" agora começou a substituir a "comunidade". O termo se refere a nova geração de fervorosos grupos on-line iniciados por marcas. O coletivo mais falado neste ano foi o Sneakerpedia, um site tipo Wikipedia alimentado pela Foot Locker, com a intenção de galvanizar os "sneakerheads" mundo afora para documentar a história de seus tênis. O site fez causou um grande burburinho, um ótimo exemplo de como uma marca pode criar novos coletivos ao redor de tópicos que pessoas são sinceramente apaixonadas por isso. Outros coletivos que merecem destaque é o da Nokia Push Snowboarding e o grupo de fãs de Lady Gaga “Little Monsters” criado por Interscope Records.




4. A Ascensão do "Tecnólogo Criativo"

Como a publicidade se torna crescentemente digital, agências estão tentando contratar mais profissionais com talento para ajudá-las a criar coisas novas e originais. Jeff Benjamin, Diretor de VP de criação digital da Crispon Porter + Bogusky, falou sobre esta transição, convidando as pessoas para uma "invenção" na publicidade, dizendo que "inventores são contadores de histórias modernos." No mesmo dia, a MDC Partners anunciou um nova competição de 1 milhão de dólares para investimento em tecnologia direcionados para projetos. Mark Holden, PHD em Estratégia Global e Diretor de Planejamento, falou sobre suas previsões para a indústria de publicidade e disse que o desenvolvimento de novos produtos será essencial para a sobrevivência de agências de mídia já que a compra de mídia se torna cada vez mais comoditizada.
O Domino’s Pizza Tracker, o website que a Crispin criou para a Domino's, rastreia a pizza encomendada desde o preparo até a sua entrega.




5. O Efeito de Gaga

O prêmio para as menções mais positivas vai para Lady Gaga. A marca Gaga vem se destacando globalmente graças às táticas previamente listadas.
As ferramentas de construção de marca de Gaga incluem a criação de seu próprio coletivo (apelidado de “Little Monsters”, seus fãs em número no Twitter é de aproximadamente 11 milhões), conteúdo original (Gagavision - série de vídeos preparam o caminho para o lançamento do seu próximo disco), game (Gagaville é um game que distribui músicas conforme o usuário vai passando para outros níveis) e o desenvolvimento de produto (estão trabalhando com a Polaroid em uma nova linha de produto). De muitas formas, Gaga é o símbola da marca moderna, habilmente criando ferramentas digitais para distribuir seu conteúdo e aumentar sua base de fãs... e outras marcas estão tomando nota.




Fonte

A pesquisa, de âmbito nacional, realizada por Mariana Ferronato, fundadora do site marketingimob.com apresenta um panorama do mercado imobiliário em relação às ações de marketing do segmento em diversas cidades do País. Os entrevistados foram profissionais do mercado.

Para nossa felicidade a FAV apareceu entre as 4 agências que mais influenciam no mercado imobiliário.



Foram abordados diversos pontos como abrangência, eficácia, entre outros. E vale ressaltar que a internet e as mídias sociais têm sido destaques no mix de marketing, mostrando ser umas das ferramentas mais importantes e que vem recebendo cada vez mais investimento.

Nós da FAV Propaganda e Marketing agradecemos a todos pela avaliação positiva que nos colocou nesse ranking tão importante.

Veja a pesquisa na íntegra.

A bola da vez.

postado por Reprint | 10 August 2010

 


A Copa do Mundo de Futebol na África do Sul é uma oportunidade e tanto para o Brasil não repetir os erros, porventura cometidos agora, em 2014. Também pode render alguns bons ensinamentos. Ainda há tempo para aprender! E embora o jogo tenha apenas começado, o que está bem claro é que a politicagem partidária pode prejudicar o campeonato. Vide o caso de São Paulo, onde o Estádio do Morumbi foi oficialmente descartado do Mundial.


Enquanto a definição do estádio para o campeonato não sai, São Paulo está suspensa do torneio e corre o risco de não ter jogos. Ainda no campo especulativo, há chances de Pirituba, na zona norte da cidade, sediar um novo estádio. Uma obra que transformaria o bairro, em que há planos de construção de um mega-centro de convenções, com hotéis, shopping e uma arena multiuso.


A Confederação Brasileira de Futebol já demonstrou interesse em fazer de Pirituba a sede paulistana da próxima Copa, desde que encontre um investidor. Por parte do governo, uma das prioridades será a futura Linha Seis - Laranja do metrô, que ligará a Brasilândia, também na zona norte, à estação São Joaquim, na zona sul.


 O mercado imobiliário está agitado diante dessa possibilidade. Mas independentemente do local escolhido, a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil configura-se como oportunidade única para o avanço do planejamento em nosso País e para a renovação da infraestrutura de nossas cidades. Mais do que construir ou modernizar arenas, será preciso uma eficiente rede de transportes - o que inclui aeroportos, metrôs, sistemas rodoviário e portuário -, estrutura hoteleira adequada e excelente rede de telecomunicações, além de hospitais, de sistemas de segurança e de energia em boas condições.


Todas essas exigências, desde que bem geridas, podem deixar um legado sem precedentes ao País. Ficamos na torcida!

 

 

Por Alexandre Rayel
Diretor Geral da Revista Minha Casa, Meu Imóvel
Diretor Geral da Verde Brasil Editorial, que publica desde Junho de 2006 a revista Minha Casa, Meu Imóvel.
Em 2009 desenvolveu e lançou o Minha Casa, Meu Imóvel Jornal.

E a Social Media, tá no plano?

postado por Sergio Barros | 6 February 2010

 

Lí hoje um texto de Pete Blackshaw, publicado na Adverting Age, sobre o início da Social Media que fez pensar no real significado do termo, ou da disciplina, como já vem sido tratada no Mercado. 


A internet 2.0 possibilitou uma explosão de ferramentas e plataformas de colaboração de tirar o fôlego. Assim Blogs, MySpace, FaceBook, Twitter e Orkut receberam uma porção de aplicativos que se conectam rapidamente uns aos outros possibilitando a propagação de informação na rede com maior facilidade.


Somos questionados frequentemente em relação a um meio de incluir a Social Media em trabalhos por conta de muitos cases de sucesso que tem surgido como uma nova onda. Todos querem fazer parte disso, mas esquecem de criar uma estratégia coerente e duradora para passar os princípios da marca no meio digital.


Assim como qualquer novidade que surge no mercado, uma certa dúvida sobre necessidade e resultado acompanham essa questão. Isto, por ser uma disciplina nova da qual os profissionais da área de comunicação ainda estão explorando as possibilidades e conseqüências de uso. 


Portanto a resposta da nossa questão é: está no plano se você estiver pronto para se relacionar com o seu público. Isso porque a Social Media proporciona um relacionamento direto e intenso e irá lhe trazer insights sobre a sua marca, produto e consumidores nunca antes recebidos. Em um curto período as empresas irão perceber que a mídia tradicional precisa ser repensada e tratada de maneira diferente pela corporação, que deve incorporar um prospect bem trabalhado para longo prazo.


As organizações de marketing continuarão a sofrer com todas essas mudanças, quebrando antigos paradigmas e cada vez mais buscando transparência, porque a rede grava tudo e prolifera informações numa velocidade inimaginável.

 

Desvendando Conceitos I

postado por Helena Rabethge | 28 August 2009

Marketing de Guerrilha: sinônimo de inovação.
O Marketing de Guerrilha é para Jay Conrad Levinson – autor do conceito – aquele que utiliza de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing com orçamentos limitados. Já para o resto do mundo é aquele que trouxe na hora certa a alternativa pela qual todos procuravam. Uma maneira de alcançar seu público alvo de maneira rápida, eficiente, direta e barata. Uma verdadeira carta na manga que, entre outras vantagens, traz originalidade e atitude para a marca.

 

Era utilizado, a princípio, por empresas menores que precisavam recorrer a diferentes tipos de estratégias e táticas de marketing com o objetivo de combater grandes concorrentes e sobreviver no mercado. Mas no fim das contas, grandes empresas também se renderam ao conceito e recorrerem ao Marketing de Guerrilha como alternativa criativa, sendo hoje as que mais chamam atenção.  Para alguns a idéia pode até parecer um tanto quanto arriscada ou até ousada demais, para outros estas são tentativas corajosas de ser diferente, uma chance de pensar “fora da caixa” e fazer dela uma grande saída. Na prática, o negócio é saber usar. Perceber o poder da sua essência que sabe ser adequada, inusitada e pertinente e fazer disso uma arma a seu favor. A criatividade não tem limite!

 

Dentadura referente a um consultório dentário, recém-aberto a poucos metros deste poste.

 

Ação lançada em NY pela HBO para promover a nova temporada de The Sopranos.

 

Ação que aconteceu em Paris para divulgar o Torneio Roland Garros.