A bola da vez.

postado por Reprint | 10 August 2010

 


A Copa do Mundo de Futebol na África do Sul é uma oportunidade e tanto para o Brasil não repetir os erros, porventura cometidos agora, em 2014. Também pode render alguns bons ensinamentos. Ainda há tempo para aprender! E embora o jogo tenha apenas começado, o que está bem claro é que a politicagem partidária pode prejudicar o campeonato. Vide o caso de São Paulo, onde o Estádio do Morumbi foi oficialmente descartado do Mundial.


Enquanto a definição do estádio para o campeonato não sai, São Paulo está suspensa do torneio e corre o risco de não ter jogos. Ainda no campo especulativo, há chances de Pirituba, na zona norte da cidade, sediar um novo estádio. Uma obra que transformaria o bairro, em que há planos de construção de um mega-centro de convenções, com hotéis, shopping e uma arena multiuso.


A Confederação Brasileira de Futebol já demonstrou interesse em fazer de Pirituba a sede paulistana da próxima Copa, desde que encontre um investidor. Por parte do governo, uma das prioridades será a futura Linha Seis - Laranja do metrô, que ligará a Brasilândia, também na zona norte, à estação São Joaquim, na zona sul.


 O mercado imobiliário está agitado diante dessa possibilidade. Mas independentemente do local escolhido, a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil configura-se como oportunidade única para o avanço do planejamento em nosso País e para a renovação da infraestrutura de nossas cidades. Mais do que construir ou modernizar arenas, será preciso uma eficiente rede de transportes - o que inclui aeroportos, metrôs, sistemas rodoviário e portuário -, estrutura hoteleira adequada e excelente rede de telecomunicações, além de hospitais, de sistemas de segurança e de energia em boas condições.


Todas essas exigências, desde que bem geridas, podem deixar um legado sem precedentes ao País. Ficamos na torcida!

 

 

Por Alexandre Rayel
Diretor Geral da Revista Minha Casa, Meu Imóvel
Diretor Geral da Verde Brasil Editorial, que publica desde Junho de 2006 a revista Minha Casa, Meu Imóvel.
Em 2009 desenvolveu e lançou o Minha Casa, Meu Imóvel Jornal.

E a Social Media, tá no plano?

postado por Sergio Barros | 6 February 2010

 

Lí hoje um texto de Pete Blackshaw, publicado na Adverting Age, sobre o início da Social Media que fez pensar no real significado do termo, ou da disciplina, como já vem sido tratada no Mercado. 


A internet 2.0 possibilitou uma explosão de ferramentas e plataformas de colaboração de tirar o fôlego. Assim Blogs, MySpace, FaceBook, Twitter e Orkut receberam uma porção de aplicativos que se conectam rapidamente uns aos outros possibilitando a propagação de informação na rede com maior facilidade.


Somos questionados frequentemente em relação a um meio de incluir a Social Media em trabalhos por conta de muitos cases de sucesso que tem surgido como uma nova onda. Todos querem fazer parte disso, mas esquecem de criar uma estratégia coerente e duradora para passar os princípios da marca no meio digital.


Assim como qualquer novidade que surge no mercado, uma certa dúvida sobre necessidade e resultado acompanham essa questão. Isto, por ser uma disciplina nova da qual os profissionais da área de comunicação ainda estão explorando as possibilidades e conseqüências de uso. 


Portanto a resposta da nossa questão é: está no plano se você estiver pronto para se relacionar com o seu público. Isso porque a Social Media proporciona um relacionamento direto e intenso e irá lhe trazer insights sobre a sua marca, produto e consumidores nunca antes recebidos. Em um curto período as empresas irão perceber que a mídia tradicional precisa ser repensada e tratada de maneira diferente pela corporação, que deve incorporar um prospect bem trabalhado para longo prazo.


As organizações de marketing continuarão a sofrer com todas essas mudanças, quebrando antigos paradigmas e cada vez mais buscando transparência, porque a rede grava tudo e prolifera informações numa velocidade inimaginável.

 

Desvendando Conceitos I

postado por Helena Rabethge | 28 August 2009

Marketing de Guerrilha: sinônimo de inovação.
O Marketing de Guerrilha é para Jay Conrad Levinson – autor do conceito – aquele que utiliza de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing com orçamentos limitados. Já para o resto do mundo é aquele que trouxe na hora certa a alternativa pela qual todos procuravam. Uma maneira de alcançar seu público alvo de maneira rápida, eficiente, direta e barata. Uma verdadeira carta na manga que, entre outras vantagens, traz originalidade e atitude para a marca.

 

Era utilizado, a princípio, por empresas menores que precisavam recorrer a diferentes tipos de estratégias e táticas de marketing com o objetivo de combater grandes concorrentes e sobreviver no mercado. Mas no fim das contas, grandes empresas também se renderam ao conceito e recorrerem ao Marketing de Guerrilha como alternativa criativa, sendo hoje as que mais chamam atenção.  Para alguns a idéia pode até parecer um tanto quanto arriscada ou até ousada demais, para outros estas são tentativas corajosas de ser diferente, uma chance de pensar “fora da caixa” e fazer dela uma grande saída. Na prática, o negócio é saber usar. Perceber o poder da sua essência que sabe ser adequada, inusitada e pertinente e fazer disso uma arma a seu favor. A criatividade não tem limite!

 

Dentadura referente a um consultório dentário, recém-aberto a poucos metros deste poste.

 

Ação lançada em NY pela HBO para promover a nova temporada de The Sopranos.

 

Ação que aconteceu em Paris para divulgar o Torneio Roland Garros.

A casa não caiu. O mercado está de volta.

postado por Fabio Vasconcelos | 30 July 2009

 

Primeiro o furacão e depois de dois trimestres o alívio. Estão aí as duas capas da Exame que comprovam a trajetória da crise no Brasil. Não foi só uma marolinha como disse o nosso Presidente, mas também não foi o fim do mundo como profetizou muitos especialistas. Quem soube manter o equilíbrio e tirar proveito dos ensinamentos da crise, embarca revigorado e otimista para a segunda metade do ano. Nas últimas semanas, a Exame realizou uma pesquisa com 360 empresas e um dado concreto chama a atenção: 70% delas retomaram, não alteraram ou estão ampliando investimentos.

 

 

O mercado imobiliário, um dos mais afetados pela falta de crédito, volta a reagir e as empresas, motivadas pelo programa de habitação popular “Minha Casa, Minha Vida”, redirecionam seus investimentos para a baixa renda. Outro ponto de sustentação, foi o bom desempenho dos produtos ofertados para investidores que viram nos empreendimentos comerciais uma alternativa rentável e segura.

 

 

Notícias recentes de sucesso chegam de diversos pontos do país. Em Porto Alegre, a Rossi lançou um bairro planejado, e do mix de produtos colocados a venda, praticamente 80% foi vendido em três meses. Em São Paulo, a Kallas lançou o Cittá Della Mooca e vendeu todas as unidades de 77 e 92m2 em apenas duas horas. A Sthulberger estreou em Curitiba em parceria com a Monarca e comercializou em trinta dias 75% do empreendimento Silva Jardins. Até apartamento de R$ 500 mil a Tecnisa vendeu pelo Twitter. A máxima de que o mercado imobiliário é um “porto-seguro” em tempos de crise, prevaleceu. Afinal, entra ano e sai ano, o imóvel continua ali, firme e forte e com muita história para contar.

Produtos econômicos são a bola da vez.

postado por Fabio Vasconcelos | 25 June 2009

 

A oferta de crédito e o alongamento dos prazos de financiamento aqueceram a base da pirâmide que hoje representa 85% da população brasileira. Que tamanho é este mercado? Considerando apenas a classe C, estamos falando de 86 milhões de pessoas, com poder de compra e pré-dispostos em adquirir “luxos” antes inacessíveis. As empresas, de olho nesta demanda e no gap de 8 milhões de moradias, se movimentaram para atender este universo onde surgem quase 1 milhão de novas famílias ao ano nas classes C, D e E. O maior desafio é entender o comportamento, os hábitos de mídia e de lazer, anseios e receios deste público.

 

 

Os empreendimentos lançados por essas novas marcas ou empresas costumam ter de 40 a 90 m² e custam de R$ 60 mil a R$ 150 mil. Em pesquisa encomendada pela Ogilvy, em todas as capitais do país, revelou que o maior sonho do brasileiro é a conquista da casa própria. Somando este desejo a parcelas atrativas abaixo de R$ 300,00 faz com que a sensação de oportunidade aumente e a decisão seja emocional e por impulso. Talvez isso explique a performance de vendas desses produtos que estão bem acima da média por todo Brasil.