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E a Social Media, tá no plano?

postado por Sergio Barros | 6 February 2010

 

Lí hoje um texto de Pete Blackshaw, publicado na Adverting Age, sobre o início da Social Media que fez pensar no real significado do termo, ou da disciplina, como já vem sido tratada no Mercado. 


A internet 2.0 possibilitou uma explosão de ferramentas e plataformas de colaboração de tirar o fôlego. Assim Blogs, MySpace, FaceBook, Twitter e Orkut receberam uma porção de aplicativos que se conectam rapidamente uns aos outros possibilitando a propagação de informação na rede com maior facilidade.


Somos questionados frequentemente em relação a um meio de incluir a Social Media em trabalhos por conta de muitos cases de sucesso que tem surgido como uma nova onda. Todos querem fazer parte disso, mas esquecem de criar uma estratégia coerente e duradora para passar os princípios da marca no meio digital.


Assim como qualquer novidade que surge no mercado, uma certa dúvida sobre necessidade e resultado acompanham essa questão. Isto, por ser uma disciplina nova da qual os profissionais da área de comunicação ainda estão explorando as possibilidades e conseqüências de uso. 


Portanto a resposta da nossa questão é: está no plano se você estiver pronto para se relacionar com o seu público. Isso porque a Social Media proporciona um relacionamento direto e intenso e irá lhe trazer insights sobre a sua marca, produto e consumidores nunca antes recebidos. Em um curto período as empresas irão perceber que a mídia tradicional precisa ser repensada e tratada de maneira diferente pela corporação, que deve incorporar um prospect bem trabalhado para longo prazo.


As organizações de marketing continuarão a sofrer com todas essas mudanças, quebrando antigos paradigmas e cada vez mais buscando transparência, porque a rede grava tudo e prolifera informações numa velocidade inimaginável.

 

Desvendando Conceitos I

postado por Helena Rabethge | 28 August 2009

Marketing de Guerrilha: sinônimo de inovação.
O Marketing de Guerrilha é para Jay Conrad Levinson – autor do conceito – aquele que utiliza de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing com orçamentos limitados. Já para o resto do mundo é aquele que trouxe na hora certa a alternativa pela qual todos procuravam. Uma maneira de alcançar seu público alvo de maneira rápida, eficiente, direta e barata. Uma verdadeira carta na manga que, entre outras vantagens, traz originalidade e atitude para a marca.

 

Era utilizado, a princípio, por empresas menores que precisavam recorrer a diferentes tipos de estratégias e táticas de marketing com o objetivo de combater grandes concorrentes e sobreviver no mercado. Mas no fim das contas, grandes empresas também se renderam ao conceito e recorrerem ao Marketing de Guerrilha como alternativa criativa, sendo hoje as que mais chamam atenção.  Para alguns a idéia pode até parecer um tanto quanto arriscada ou até ousada demais, para outros estas são tentativas corajosas de ser diferente, uma chance de pensar “fora da caixa” e fazer dela uma grande saída. Na prática, o negócio é saber usar. Perceber o poder da sua essência que sabe ser adequada, inusitada e pertinente e fazer disso uma arma a seu favor. A criatividade não tem limite!

 

Dentadura referente a um consultório dentário, recém-aberto a poucos metros deste poste.

 

Ação lançada em NY pela HBO para promover a nova temporada de The Sopranos.

 

Ação que aconteceu em Paris para divulgar o Torneio Roland Garros.

A casa não caiu. O mercado está de volta.

postado por Fabio Vasconcelos | 30 July 2009

 

Primeiro o furacão e depois de dois trimestres o alívio. Estão aí as duas capas da Exame que comprovam a trajetória da crise no Brasil. Não foi só uma marolinha como disse o nosso Presidente, mas também não foi o fim do mundo como profetizou muitos especialistas. Quem soube manter o equilíbrio e tirar proveito dos ensinamentos da crise, embarca revigorado e otimista para a segunda metade do ano. Nas últimas semanas, a Exame realizou uma pesquisa com 360 empresas e um dado concreto chama a atenção: 70% delas retomaram, não alteraram ou estão ampliando investimentos.

 

 

O mercado imobiliário, um dos mais afetados pela falta de crédito, volta a reagir e as empresas, motivadas pelo programa de habitação popular “Minha Casa, Minha Vida”, redirecionam seus investimentos para a baixa renda. Outro ponto de sustentação, foi o bom desempenho dos produtos ofertados para investidores que viram nos empreendimentos comerciais uma alternativa rentável e segura.

 

 

Notícias recentes de sucesso chegam de diversos pontos do país. Em Porto Alegre, a Rossi lançou um bairro planejado, e do mix de produtos colocados a venda, praticamente 80% foi vendido em três meses. Em São Paulo, a Kallas lançou o Cittá Della Mooca e vendeu todas as unidades de 77 e 92m2 em apenas duas horas. A Sthulberger estreou em Curitiba em parceria com a Monarca e comercializou em trinta dias 75% do empreendimento Silva Jardins. Até apartamento de R$ 500 mil a Tecnisa vendeu pelo Twitter. A máxima de que o mercado imobiliário é um “porto-seguro” em tempos de crise, prevaleceu. Afinal, entra ano e sai ano, o imóvel continua ali, firme e forte e com muita história para contar.

Produtos econômicos são a bola da vez.

postado por Fabio Vasconcelos | 25 June 2009

 

A oferta de crédito e o alongamento dos prazos de financiamento aqueceram a base da pirâmide que hoje representa 85% da população brasileira. Que tamanho é este mercado? Considerando apenas a classe C, estamos falando de 86 milhões de pessoas, com poder de compra e pré-dispostos em adquirir “luxos” antes inacessíveis. As empresas, de olho nesta demanda e no gap de 8 milhões de moradias, se movimentaram para atender este universo onde surgem quase 1 milhão de novas famílias ao ano nas classes C, D e E. O maior desafio é entender o comportamento, os hábitos de mídia e de lazer, anseios e receios deste público.

 

 

Os empreendimentos lançados por essas novas marcas ou empresas costumam ter de 40 a 90 m² e custam de R$ 60 mil a R$ 150 mil. Em pesquisa encomendada pela Ogilvy, em todas as capitais do país, revelou que o maior sonho do brasileiro é a conquista da casa própria. Somando este desejo a parcelas atrativas abaixo de R$ 300,00 faz com que a sensação de oportunidade aumente e a decisão seja emocional e por impulso. Talvez isso explique a performance de vendas desses produtos que estão bem acima da média por todo Brasil.

Porque tudo no mercado imobiliário é vermelho?

postado por Fabio Vasconcelos | 13 June 2009

Uma coisa é fato e ninguém pode negar: a presença da cor vermelha no mercado imobiliário. Já perguntamos para muita gente, inclusive para os “cardeais” do setor e apenas um deles arriscou comentar – “ a Gomes de Almeida Fernandez usava o vermelho… era a maior, a mais admirada e todo mundo começou a usar”. Talvez não. As cores têm uma grande influência psicológica sobre o ser humano e quando o homem tomou consciência desta realidade, aprendeu a usá-las como estímulos para encontrar determinadas respostas.

 


  
O vermelho é uma cor quente, ativa e estimulante. Fortalece a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude otimista ante a vida. É amor, atração e desejo.
Mas, se utilizada em demasia pode influenciar negativamente, provocando irritação e agressividade ou sinais de alerta como pare ou perigo! No mundo fashion os estilistas são unânimes e afirmam que quem quer chamar a atenção usa vermelho. E ainda arrematam: é difícil encontrar um gordinho usando vermelho, não é mesmo?


Olhando o ranking da Embraesp observamos que entre as “top-ten” de incorporação, 7 possuem vermelho no logo. Entre as “top-ten” vendedoras, 8 possuem. Pode até ser tarefa de gincana: encontrar um lançamento que não tem uma empresa com logotipo vermelho assinando.

 

Brincadeiras a parte, ninguém pode negar a correlação entre esta cor e as marcas líderes mundias: Nike, Mc Donald’s, Tylenol, Santander, Marlboro, entre muitas outras. Também não podemos esquecer da Coca-Cola, a marca mais famosa do mundo e nem da Ferrari, o carro mais desejado do planeta.

 

 

Não há dúvida, o vermelho simboliza o poder e está diretamente associada a vitalidade e a ambição da conquista. Talvez estas características expliquem as cores de cada país. Impressiona observar que no hall das potencias mundiais – EUA, Canadá, Inglaterra, China… 99% deles apresentam a cor na sua bandeira. Mas, quem não tem vermelho no seu logotipo não precisa se preocupar. Estudos recentes revelaram que a capa do toureiro chama a atenção do touro por que ela é agitada e não por que é vermelha. Existe uma lei no marketing que não podemos esquecer: se todo mundo faz a mesma coisa, faça diferente para se destacar.