Rossi usa YouTube para aumentar vendas.

postado por Sergio Barros | 25 March 2010

A Rossi inova e apresenta um filme todo feito com ilustração e maquetes animadas em 3D, mostrando como cada detalhe do projeto se reflete em benefícios ao morador. O objetivo é auxiliar os corretores, além de ser usado na venda direta para o cliente.


Baseada no clima das cidades pequenas, onde a praça é a área de integração, a linha Praças Residenciais é caracterizada por torres de apartamentos ao redor de áreas de convivência e de lazer. E, assim como o produto resgata a importância das relações humanas, o vídeo apresenta uma família virtual, acompanhando a vivência das crianças, pais e avô em um dia no condomínio, fazendo o cliente perceber como a empresa pensa em cada detalhe do projeto, que se reflete em benefício, segurança e economia para a família.


Para mais detalhes, clique aqui.

Campanha Carros Híbridos – Lexus

postado por Helena Rabethge | 13 March 2010

Quando a Lexus lançava o seu primeiro carro híbrido em 2004, o status das pessoas não precisavam ser “updated”, o YouTube ainda não havia sido fundado, as pessoas tinham mais telefones fixos do que celulares e redes wi-fi praticamente não existiam. Agora a Lexus já conta com 190,000 carros híbridos rodando pelo mundo e que, juntos, já viajaram mais de 5.5 bilhões de milhas.


Focando nesse conceito e com essa bagagem de informações, a Lexus lança, pela primeira vez em sua história, uma campanha  focada em todos os seus 4 modelos de carros híbridos: RX 400h, GS 450h, LS 600h e o HS250h (o CT 200h que foi anunciado recentemente ficou de fora).


“Milestones”, o novo spot de TV que dá start na campanha, mostra milhares de Lexus Hybrids andando e formando desenhos enquanto a história é contada. O vídeo tem estreia dia 6 de março, e a campanha contará com o apoio de impressos, banners online e outdoors, além de ações em canais online, como por exemplo o Current TV.

 

FONTE

 

Loja da Gap de cabeça para baixo.

postado por Roberto Dohan | 9 December 2009

 

A GAP, para chamar a atenção dos consumidores para sua nova promoção, virou sua loja de cabeça para baixo. O logotipo da loja, as vitrines, os manequins, inclusive os carros estacionados em frente à loja estão de ponta cabeça.

 

Tudo isso para divulgar que os clientes que comprarem um item que baixar de preço nos próximos 45 dias, receberão a diferença do valor em créditos que podem ser gastos na própria GAP, Banana Republic ou Old Navy. Ótima idéia! 


http://www.marketingmag.ca/english/news/marketer/article.jsp?content=20091105_175351_8800

 

A população idosa que por muito tempo viveu o isolamento, sofreu com o preconceito e com a falta de interesse, agora esbanja vitalidade e começa a participar cada vez mais da economia do país. Se o carinho e a atenção merecidos ainda não haviam sido conquistados, agora as estatísticas impõem respeito. Vamos à evolução. Em 2007, os clientes do Itaucard com 60 anos ou mais já respondiam por 10% das compras feitas com cartão de crédito (R$ 8,4 bilhões). Dados recentes do IBGE revelam que o Brasil está cada vez mais “velho”. A Terceira Idade representa 8,6% da população brasileira, ou seja, 15 milhões de pessoas.  A nossa configuração populacional se alterou rapidamente e o Brasil tornou-se um país jovem de cabelos brancos. Cada vez mais, os nossos queridos velhinhos farão parte do cotidiano. Precisamos mudar, em definitivo, a imagem que se constrói da pessoa idosa.

 

 

É duro admitir, mas uma sociedade em transformação como a nossa ainda não superou o preconceito de que a pessoa que envelhece torna-se, automaticamente, incapaz. Visão ultrapassada que não reflete a realidade. Em 2000, os mais velhos já representavam 62,4% dos domicílios brasileiros, e 54,5% dos idosos chefes de família viviam com seus filhos e os sustentavam. Dados como esses mostram sua força na economia e mais: as pessoas dependem deles. O perfil espirituoso desses jovens velhinhos indica uma vocação acima da média para o consumo. A maturidade e a estabilidade econômica fazem deles pragmáticos na escolha, optando sempre por produtos de qualidade.

 

De olho nas estatísticas, o mercado imobiliário não resistiu à demanda taylor made. As incorporadoras Stan e RFM lançaram o Hilea para suprir a escassez de serviços e atendimento inadequado com projeto vencedor do Prêmio Master. Na sequência, a Tecnisa desenvolveu sua proposta senior friendly com menos escadas e mais rampas, portas e corredores mais largos, pisos antiderrapantes, entre outros detalhes.

 

Na era da segmentação e das redes sociais fragmentadas, a Terceira Idade é um exemplo evidente do surgimento de novas sociedades de consumo. Movimento que está promovendo profunda alteração no processo de desenvolvimento de novos produtos. Nós, profissionais de comunicação, temos que parar de pensar coletivamente, aguçar a percepção do mundo e abusar do uso de ferramentas de pesquisa para captar, em detalhes, os anseios e necessidades de públicos específicos.

Além de prédios, é preciso construir marcas.

postado por Nelson Guarniero | 27 June 2009

 

O aquecimento do mercado imobiliário nos últimos anos ativou alguns processos de mudanças nas empresas do setor para que elas se adequassem à demanda dos novos tempos. Enquanto cresciam consideravelmente a oferta de produtos e serviços e as opções de escolha do consumidor, muitos fatores passaram a desempenhar um importante papel no processo de seleção de uma marca.

 

 

Quais os apelos eficientes para se comunicar com a Classe C? Que estratégias usar para enfrentar o desafio da atuação nacional? Como se relacionar com investidores? O que fazer para atuar no mundo virtual, potencializar o recall, falar com o jovem e ainda se destacar em um universo poluído de ofertas? As empresas organizaram seus valores, reviram suas missões, redesenharam seus logotipos e mudaram suas posturas e discursos a fim de se tornarem mais atuais e atrativas. Estética e institucionalmente. Sem um Oráculo exclusivo para dar as respostas, é preciso uma boa fonte de esforço, orgulho, autoavaliação, inteligência, criatividade e respeito ao consumidor, capaz de gerar marcas como as que você confere acima.