RSS

Envie seu post

Loja da Gap de cabeça para baixo.

postado por Roberto Dohan | 9 December 2009

 

A GAP, para chamar a atenção dos consumidores para sua nova promoção, virou sua loja de cabeça para baixo. O logotipo da loja, as vitrines, os manequins, inclusive os carros estacionados em frente à loja estão de ponta cabeça.

 

Tudo isso para divulgar que os clientes que comprarem um item que baixar de preço nos próximos 45 dias, receberão a diferença do valor em créditos que podem ser gastos na própria GAP, Banana Republic ou Old Navy. Ótima idéia! 


http://www.marketingmag.ca/english/news/marketer/article.jsp?content=20091105_175351_8800

 

A população idosa que por muito tempo viveu o isolamento, sofreu com o preconceito e com a falta de interesse, agora esbanja vitalidade e começa a participar cada vez mais da economia do país. Se o carinho e a atenção merecidos ainda não haviam sido conquistados, agora as estatísticas impõem respeito. Vamos à evolução. Em 2007, os clientes do Itaucard com 60 anos ou mais já respondiam por 10% das compras feitas com cartão de crédito (R$ 8,4 bilhões). Dados recentes do IBGE revelam que o Brasil está cada vez mais “velho”. A Terceira Idade representa 8,6% da população brasileira, ou seja, 15 milhões de pessoas.  A nossa configuração populacional se alterou rapidamente e o Brasil tornou-se um país jovem de cabelos brancos. Cada vez mais, os nossos queridos velhinhos farão parte do cotidiano. Precisamos mudar, em definitivo, a imagem que se constrói da pessoa idosa.

 

 

É duro admitir, mas uma sociedade em transformação como a nossa ainda não superou o preconceito de que a pessoa que envelhece torna-se, automaticamente, incapaz. Visão ultrapassada que não reflete a realidade. Em 2000, os mais velhos já representavam 62,4% dos domicílios brasileiros, e 54,5% dos idosos chefes de família viviam com seus filhos e os sustentavam. Dados como esses mostram sua força na economia e mais: as pessoas dependem deles. O perfil espirituoso desses jovens velhinhos indica uma vocação acima da média para o consumo. A maturidade e a estabilidade econômica fazem deles pragmáticos na escolha, optando sempre por produtos de qualidade.

 

De olho nas estatísticas, o mercado imobiliário não resistiu à demanda taylor made. As incorporadoras Stan e RFM lançaram o Hilea para suprir a escassez de serviços e atendimento inadequado com projeto vencedor do Prêmio Master. Na sequência, a Tecnisa desenvolveu sua proposta senior friendly com menos escadas e mais rampas, portas e corredores mais largos, pisos antiderrapantes, entre outros detalhes.

 

Na era da segmentação e das redes sociais fragmentadas, a Terceira Idade é um exemplo evidente do surgimento de novas sociedades de consumo. Movimento que está promovendo profunda alteração no processo de desenvolvimento de novos produtos. Nós, profissionais de comunicação, temos que parar de pensar coletivamente, aguçar a percepção do mundo e abusar do uso de ferramentas de pesquisa para captar, em detalhes, os anseios e necessidades de públicos específicos.

Além de prédios, é preciso construir marcas.

postado por Nelson Guarniero | 27 June 2009

 

O aquecimento do mercado imobiliário nos últimos anos ativou alguns processos de mudanças nas empresas do setor para que elas se adequassem à demanda dos novos tempos. Enquanto cresciam consideravelmente a oferta de produtos e serviços e as opções de escolha do consumidor, muitos fatores passaram a desempenhar um importante papel no processo de seleção de uma marca.

 

 

Quais os apelos eficientes para se comunicar com a Classe C? Que estratégias usar para enfrentar o desafio da atuação nacional? Como se relacionar com investidores? O que fazer para atuar no mundo virtual, potencializar o recall, falar com o jovem e ainda se destacar em um universo poluído de ofertas? As empresas organizaram seus valores, reviram suas missões, redesenharam seus logotipos e mudaram suas posturas e discursos a fim de se tornarem mais atuais e atrativas. Estética e institucionalmente. Sem um Oráculo exclusivo para dar as respostas, é preciso uma boa fonte de esforço, orgulho, autoavaliação, inteligência, criatividade e respeito ao consumidor, capaz de gerar marcas como as que você confere acima.

Novo PDV da Puma utiliza containers reciclados.

postado por Roberto Dohan | 23 May 2009

 

Flexibilidade, economia e baixo impacto no meio ambiente. Estes são os maiores benefícios na utilização de containers reciclados, que estão se transformando em tendência no mundo. A idéia começou a ser aplicada em residências e migrou para o ponto de venda, pois além de politicamente correto reforça a imagem jovem, moderna e irreverente da marca. Como toda grande idéia, o conceito é simples. Criar espaços flexíveis e ecocompatíveis reciclando um material descartado, que pode ser usado e transportado facilmente. A loja da Puma tem mil metros quadrados, é composta por 24 containers reciclados e pode ser totalmente desmontada e facilmente transportada. A Puma City, como foi batizada, foi desenhada pelo estúdio LOT-EK. Via Inhabitat. 

 

Criatividade é a melhor abordagem.

postado por Fabio Vasconcelos | 11 May 2009



Em São Paulo, shopping é a nossa praia. Mas, a preferência não é exclusividade dos paulistanos. Em qualquer pesquisa de hábitos de consumo e de lazer feita nas capitais brasileiras apontam o lugar com destaque. Consulte o TGI (Target Group Index Latina) e você vai constatar o alto índice de afinidade entre o público que frequenta e o que tem interesse em comprar um novo apartamento. Além disso, ali, em seu momento de lazer, ele está acessível e receptível a novas informações. Já vi boas idéias em elevador, escada, superbaner, cancela… mas esta superou.