postado por Giorgia de Barros | 2 September 2010

O Hotel Conrad, nas Ilhas Maldivas, oferece uma suíte sob o Oceano Índico para seus hóspedes. Com o teto e as paredes de vidro, o quarto permite ver os peixes em seu ambiente natural por todos os lados. O local, agora destinado à suíte, costuma ser usado pelo restaurante do hotel. Mas em comemoração ao quinto aniversário do empreendimento, os donos resolveram transformar o espaço em um quarto destinado a casais em lua de mel. No pacote, além de uma noite com os peixes, um café da manhã com champagne. O preço da suíte não foi divulgado pelo hotel, segundo o jornal Daily Mail. Mas, para ter uma ideia, uma suíte acima da água no mesmo empreendimento sai por cerca de R$ 3.100 a diária.
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postado por Helena Rabethge | 12 August 2010
Este hotel em Meilenwerk Stuttgart, na Alemanha, é o lugar perfeito para aqueles que são apaixonados por carros antigos. Nele você encontrá quartos temáticos e luxuoso, cada qual decorado com diferentes carros e viagens. Suas quatro estrelas não estão lá à toa.

São 4 quartos individuais, 19 duplos e 10 quartos temáticos para aqueles que são fãs de automóveis. À parte dos detalhes modernos e materiais de alta qualidade utilizados para decorar os quartos, alguns deles incluem partes originais do mundo automotivo.
Apresentando o design Bauhaus, os maiores quartos do Hotel V8 são dedicados a vários itens relacionados a automóveis como podemos ver no Drive-in Cadillac anos 70, um lava-rápido Mercedes-Benz e uma garagem Morris Minor, entre outras coisas. Confira as fotos:



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postado por Giorgia de Barros | 28 July 2010

O legal de tomar sorvete em casquinha é que você pode comê-la depois que o sorvete acaba. Talvez esse tenha sido o insight para o Jelloware, que é um copo comestível. Feitos de alga e com sabores variados, combinam seus aromas com a bebida e depois da utilização, nem precisa lavar. E se não quiser comê-los, basta jogá-los na grama – as algas contém nutrientes que são benéficos ao solo.
O Jelloware é um conceito do The Way We See The World, mas qual será a primeira lanchonete a adotar a ideia?
postado por Helena Rabethge | 27 July 2010

O escritório de design londrino Priestmangoode apresentou recentemente o Mercury, trem bala projetado para uma viagem muito eficiente e com baixo índice de utilização de carbono. O Mercury é um trem de dois andares cheio de design e um interior único que pretende revolucionar viagens domésticas nos trilhos. Mesmo sendo apenas um conceito até agora, o trem foi projetado para atingir até 225 milhas por hora.
Desta forma, a Priestmangoode pretende trazer de volta a época em que o design britânico era referência com o Mercury, colocando a Grã-Bretanha de volta no mapa como um líder mundial em design e tecnologia. No passado, a Grã-Bretanha era conhecida por transportes de design como o Concorde, o Spitfire, Rolls Royce e o Routemaster Bus.

O trem também inclui um interior muito convidativo e confortável. Em seus 400 metros de comprimento você poderá encontrar leitos para famílias ou festas privativas que incluem bares, áreas de trabalho e camas. Até a área para as crianças brincarem será integrada ao trem, junto com uma seção muito chique da primeira classe, para aqueles que quiserem viajar com estilo. Como a Priestmangoode diz, é hora de persuadir as pessoas a viajar mais de trem!
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postado por Helena Rabethge | 23 July 2010

Imagine juntar todo o plástico que hoje está flutuando sobre as águas do Giro Pacífico Norte (região oceânica que é considerada o maior depósito de lixo do planeta) e usar esses resíduos para construir uma ilha sustentável com as mesmas proporções territoriais de uma cidade como Manaus. Parece loucura? Não para os arquitetos do Whim Arctects, da Holanda, que colocaram a ideia no papel ao pensar na Recycled Island, uma enorme ilha capaz de abrigar as pessoas que poderão perder suas casas por causa de fenômenos provocados pelas mudanças climáticas. O objetivo é formar um território insular flutuante onde existam casas, comércio, lazer e plantações. “Queremos propor um habitat confortável, mas que não precise depender (tanto) de recursos oferecidos por outros países”, diz Ramon Knoester, um dos criadores da ideia, que está em estudos para ser viabilizada. Por enquanto, não passa de uma ilha imaginária cuja matéria prima continua a boiar e poluir nossos mares. Quer saber mais? Clique aqui.
FONTE: Revista Vida Simples – Julho / 2010 – Edição 94 – Pág. 16