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O museu de arte de Tel Aviv é uma obra de arte.

postado por Cleiri Sabino | 1 February 2012

Você já pensou em ir até Israel? Se um dia decidir visitar o país, não deixe de ir ao Herta Edifício Paul Amir, que abriga o Tel Aviv Museum of Art. Ele foi projetado pelo escritório de arquitetura Preston Scott Cohen, e é surpreendente.

 

 

Cohen foi o responsável por unir as necessidades programáticas com o lugar, criando assim um objeto combinado, tal como um complexo conjunto de espaços. O espaço arquitetônico feito por ele é ao mesmo tempo linear e em multicamadas. 

 

 

Ao longo do prédio é possível ver "quedas de luz", que nada mais são do que drenos verticais na extensão do edifício, que orientam o visitante, unem todos os espaços ao seu redor, levam de um nível para outro, e trazem a luz natural ao nível inferior do edifício. 

 

 

 

A parte exterior do edifício lembra um envelope, como se fosse uma "dobra" que quebra em diferentes módulos de ângulo aberto, é um ornamento feito dinâmica de 430 painéis de cimento polido fabricados no local.

 

Cohen mostrou que é sempre possível inovar e aperfeiçoar um projeto arquitetônico. E se você quiser conhecer um pouco mais do museu, acesse o site.

 

 

Fonte

O melhor da Street Art de 2011.

postado por Cleiri Sabino | 10 January 2012

O ano que passou vai entrar para a história como momento de ocupação das ruas, da praça Tahrir, no Cairo, aos indignados reunidos nas ruas em Madri e jovens na Wall Street, em Nova York.

 

A arte acompanhou essa movimentação voltada para o espaço público.

 

 

São Paulo, metrópole conhecida pela potência de seus grafiteiros, recebeu reforço estrangeiro, com intervenções de azulejos do francês Invader e bicicletas espalhadas nas ruas pelo dinamarquês Olafur Eliasson. 

 

Na rua Augusta, projeções embalaram os prédios e uma esquina chegou a ser coberta de LEDs ultracoloridos. 


Imagem de uma das melhores obras de arte urbana pelo coletivo Yarn Bombing/Guerilla Crochet

 

No Rio, o coletivo Muda usou azulejos para cobrir com desenhos túneis e passagens. 

 

Reunindo o que rolou no resto do mundo, o blog Street Art Utopia (www.streetartutopia.com) fez uma lista das 106 melhores intervenções de 2011, incluindo obras de estrelas, como o britânico Banksy, e anônimos criativos. 

 

Estão lá árvores e bicicletas envelopadas em lã, enormes desenhos que dão a ilusão de crateras abertas em ruas movimentadas, monstros gigantes em empenas cegas de edifícios e afins. 

 

Nas intervenções elencadas pelo site, artistas parecem se dividir entre projetos formais, que tentam dar mais cor a cenários urbanos cinzentos --como lápis entalhados em árvores ou no lugar de cercas--, e ácidas críticas de cunho político e social. 

 

Uma delas traz o logotipo do Facebook estampado num enorme maço de cigarros, outra mostra um esqueleto desenhado sobre um bueiro, e uma faixa promete anunciar o segredo da felicidade, mas está rasgada pela metade. 


 

 

Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1030590-blog-reune-melhor-da-street-art-no-ano-das-ocupacoes.shtml e www.streetartutopia.com

Por dentro da vida marinha.

postado por Cleiri Sabino | 5 January 2012

O que te lembra o nome The Blue Planet? Se você disse água, parabéns!

The Blue Planet é um aquário em forma de uma grande turbina de hidromassagem e inspirado no movimento inifinito da água. Ele está localizado na Dinamarca, as paredes e telhados deste aquário formam um fluxo único e contínuo, além de serem revestidos para enfatizar o contorno ondulado do edifício.

 

 

Quando os visitantes chegam ao The Blue Planet, o edifício se responsabiliza por despertar a curiosidade pela experiência que os espera lá dentro. Se você inclinar a cabeça para trás, verá que você é realmente uma parte deste aquário, pois o teto acima do saguão é feito de vidro e, ao mesmo tempo, é o fundo de uma piscina. Através da água da piscina, você pode ver o céu com a luz solar sendo refletida na água, manchas brilhantes no chão e as paredes desta luz, deixam a entrada acolhedora e ao mesmo tempo misteriosa.


 

A Sala Redonda é um centro de navegação no aquário e é onde os visitantes escolhem qual rio, lago ou mar irão explorar. Cada exposição tem sua própria cara em direção à sala redonda, com entradas distintas, começando com uma zona tampão - uma plataforma onde o som e as imagens são usados para introduzir a atmosfera comunicada na sala de exposições.


 

Há alguns metros acima do terreno, o The Blue Planet mostra que toda a água no mundo é intrinsecamente ligada, desde as enormes forças de tsunamis para a infinitamente pequena molécula. 


 

Esta é realmente uma experiência única, e foi justamente baseado nesse fato que o edifício foi construído. Vale a pena fazer uma visita submarina dentro do aquário.

 

Fonte

Serpenteando o museu.

postado por Cleiri Sabino | 14 December 2011

 

Quando decidimos ir a um museu sabemos que será algo diferente e surpreendente, agora, a visita ao Museu de Pré-História Jeongok, na Ásia, é mais surpreendente ainda. 

 

O escritório de arquitetura parisiense X-TU criou uma estrutura semelhante a uma serpente de prata deslizando através da Ásia Oriental. Consegue imaginar?


 

 

 

Como se não bastasse, o museu está construído em um local Paleolítico no distrito de Jeongok, onde o chão é cheio de fósseis, representando a história dos primeiros habitantes humanos do país, 300 mil anos atrás, e foi o local da descoberta do primeiro machado de mão no Leste da Ásia.

 

Parte da arquitetura é revestida com aço inoxidável, destinado a refletir o ambiente natural.

 

 

 

A proposta da AX-TU foi meticulosamente projetado para causar a sensação mais inigualável dos museus de história natural.

 

 

Em vez de olhar para o passado, a X-TU queria dar para o Museu de Pré-História Jeongok uma vibe futurista! 

 

 

Os interiores consistem de paredes brancas com curvas suaves e recortes circulares. O edifício alongado tem uma abertura circular enorme na arquitetura que atua como uma janela, com perfurações adicionais circulares em uma escala menor. 

 

 

Toda essa estrutura é ainda mais linda durante à noite.

 

Fonte

 

Papel de parede metamórfico.

postado por Cleiri Sabino | 29 November 2011

 

Nem todos gostam de decorar a casa com papel de parede, mas uma dupla de designers italianos (Francesco Rugi e Silvia Quintanilla, da Carnovsky) desenvolveu um papel de parede com ilustrações metamórficas.

 

As ilustrações interagem conforme os estímulos cromáticos da iluminação e vão aos poucos revelando novos desenhos.

 

O projeto chama-se “RGB – Le metamorfosi” e surgiu de uma técnica que sobrepõe três imagens diferentes, cada uma em uma cor primária.

 

 

 

 

À base de iluminação “convencional”, o resultado é uma miscelânea de ilustrações desorientadas e cores misturadas. O mais interessante é que, ao jogar luzes com filtros nas cores verde, vermelha e azul é possível ver claramente cada uma das camadas e suas variadas ilustrações, que expressam reinos da biologia e anatomia humana, com base em textos europeus que retratam a história natural.