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Tudo de ponta-cabeça.

postado por Gabriel Nunes | 6 March 2010

 

A cidade de Matsumoto, da província de Nagano no Japão, ganhou um restaurante de embrulhar o estômago. Quem pensou que é por conta da comida, já vou avisando que pensou errado. O restaurante Sakasa Resuto foi propositalmente construído de cabeça para baixo.


O significado do seu nome significa algo como “de cabeça para baixo”. Pintada de branco e rosa, a casa parece ter sido virada e, tudo que faz parte dela acompanha a idéia, até mesmo o bicicletário e algumas placas estão viradas.

 

 

Lá dentro não poderia ser diferente. Como o chão virou teto, é possível ver alguns chinelos jogados, além dos vários baldesque se transformaram em cúpulas para as lâmpadas. O boneco que indica a saída de emergência também entrou na brincadeira e está com os pés para cima.


A única complicação, de verdade, se revela no cardápio. Além de estar escrito em japonês e de maneira espelhada, também está ao contrário, como não poderia deixar de ser.  É estranho, mas dá para se divertir. Vale a visita!


Fonte: http://spintravel.blogtv.uol.com.br/2010/02/25/cidade-japonesa-possui-restaurante-que-foi-construido-de-cabeca-para-baixo

Oasis Tower - Mais um ótimo exemplo de Fazenda Vertical

postado por Thaiane Moregola | 4 March 2010

 

Dubai está emergindo rapidamente das areias do deserto e, cada vez mais pessoas estão se mudando para a famosa cidade. Já com uma quantidade de terra limitada para agricultura, Dubai precisará, em breve, de uma solução alternativa para plantação. Uma das soluções apresentadas é o Oasis Tower, uma fazenda vertical projetada por Rahul Surin. Coberto em ETFE e capaz de produzir força através de energia renovável, esta fazenda terá capacidade de produzir o suficiente para alimentar mais de 40.000 pessoas, ajudar a reduzir crises de falta de comida, além de oferecer moradia para alguns residentes de Dubai.

 

 

Ele ficaria localizado perto do centro de Dubai, cercado de uma área de terras bem extensa, um lago e um número considerável de lagoas na base da torre. O arranha-céu em si é composto de três torres espirais que ficam em volta da parte central. A energia do prédio viria de turbinas de vento em eixos verticais colocadas entre os andares da torre central. Águas cinza seriam tratadas e reutilizadas e um digestor de metano utilizaria as sobras do que é criado no local para gerar mais energia. Dentro, a torre seria planejada principalmente para a colheita de alimentos, além de disponibilizar alguns andares para moradia. Uma boa solução!


http://www.inhabitat.com/2010/03/01/the-oasis-tower-a-helical-vertical-farm-for-dubai/oasis-tower-3/

GEOtube

postado por Helena Rabethge | 2 March 2010

 

Pode soar um pouco estranho a princípio, mas não seria legal se prédios pudessem se autoconstruir? Pois bem, o escritório de arquitetura Faulders Studio, da Califórnia, com certeza acha que sim. O GEOtube, proposta do escritório para Dubai, terá a habilidade de produzir seu próprio revestimento, expandindo a fachada da estrutura ao longo do tempo.


MOMENTO ENCICLOPÉDIA: Dubai fica localizada perto do Golfo Pérsico, o qual tem o maior índice de salinidade em água oceânica no mundo. Logo, o revestimento do prédio é feito de sal (sim, SAL!). Assim, a água do Golfo será transportada para o GEOtube por uma linha tubular enterrada que se mescla à estrutura da base da torre. À medida que a água evapora e os depósitos de sal vão aumentando, a aparência da torre se transforma e é moldada, ficando assim, incrível.


Por não ser um projeto em muito acordo com o meio ambiente (transportar água através do tubo usa muita energia), o GEOtube compensa de outra forma já que é orgânico, o revestimento serve como abrigo para a vida animal e, de acordo com os arquitetos, também serviria como uma “superfície acessível para coletar sal cristalizado”.


Já pensou?


http://www.faulders-studio.com/proj_geo_tube.html

 

The Water Cube Pavilion

postado por Helena Rabethge | 2 March 2010

 

A World Expo Xangai 2010 ainda nem começou e já nos adiantamos com as novidades que estão por vir na World Expo 2012 em Yeosu, Korea. O MVRDV, conceituado escritório de arquitetura holandês, é o responsável por este fascinante projeto, o pavilhão Water Cube, uma estrutura preenchida por água que expressa o poder e a beleza dos oceanos, que faz você se sentir em um grande aquário, e será um centro de exposições durante a feira.


 “The Living Ocean and Coast” foi o tema escolhido e o pavilhão da MVRDV, faz a representação dos oceanos do mundo. Encaixados de maneira a formar o mapa mundi, os nichos representam os oceanos e continentes do mundo, com os mares polares no topo e na base, e os mares tropicais no meio. Quatro camadas de vidro prensam a água e quem está do lado de fora consegue ver claramente os continentes delineados.


Nos nichos, a água é bombeada continuamente para manter a circulação e a vida, assim como a temperatura estável do local, independente das condições externas, mostrando o papel dos oceanos como moduladores de temperatura para o planeta.


Depois da Expo, o pavilhão poderá ser reutilizado como casa de shows, teatro, museu ou até prédio comercial. Certamente é um prédio bem extravagante, mas, no final das contas, este é o objetivo das World Expos, projetar e construir causando admiração e surpresa.


http://www.inhabitat.com/2010/02/18/mvrdv-unveils-water-cube-pavilion-for-the-2012-korean-world-expo/

Aircruise

postado por Thaiane Moregola | 26 February 2010

Quando achamos que tudo já foi inventado, aparece uma idéia nova para surpreender. A Seymourpowell, escritório inglês de design com o dom da inovação, foi direto ao ponto com o seu novo conceito em veículos: “mais leve que o ar”.


O gigante veleiro das nuvens, que recebeu o nome de Aircruise, chegou para nos introduzir a uma nova era de viagens luxuosas através da sua capacidade de aproveitar energia solar em conjunto com um combustível primário à base de hidrogênio que possibilita dirigi-lo sem deixar rastros de carbono.


O conceito, que mistura um cruzeiro com um hotel flutuante, poderá transportar até 100 pessoas de Londres à Nova York em 37 horas, ou de Los Angeles à Xangai em menos de quatro dias, com o máximo luxo e conforto.


Equipado com quatro apartamentos duplex, cinco apartamentos menores, apartamento na cobertura, bar, lounge e área comum, o Aircruise também pode navegar próximo ao chão, sem falar das vistas fascinantes que temos através do chão de vidro.

 


Mas tudo isso ainda vai levar um tempo e, enquanto o conceito demanda avanços em materiais e tecnologia de propulsão limpa (e também um enorme investimento), podemos ter certeza de que, quando chegar à realidade, será um grande passo para a tecnologia de inovação. Aí vai uma prévia do que nos espera:

 


http://www.smh.com.au/photogallery/travel/aircruise-the-future-of-luxury-travel/20100204-nf7l.html

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