Hotel oferece suíte sob o Oceano Índico.

postado por Giorgia de Barros | 2 September 2010



O Hotel Conrad, nas Ilhas Maldivas, oferece uma suíte sob o Oceano Índico para seus hóspedes. Com o teto e as paredes de vidro, o quarto permite ver os peixes em seu ambiente natural por todos os lados. O local, agora destinado à suíte, costuma ser usado pelo restaurante do hotel. Mas em comemoração ao quinto aniversário do empreendimento, os donos resolveram transformar o espaço em um quarto destinado a casais em lua de mel. No pacote, além de uma noite com os peixes, um café da manhã com champagne. O preço da suíte não foi divulgado pelo hotel, segundo o jornal Daily Mail. Mas, para ter uma ideia, uma suíte acima da água no mesmo empreendimento sai por cerca de R$ 3.100 a diária.

FONTE

Yard-Scraper no Brooklyn.

postado por Thaiane Moregola | 20 August 2010

 

O Brooklyn Yard-Scraper, projetado pelo escritório Rogers Marvel Architects, é uma proposta inovadora para a reforma da Brooklyn House of Detention. Este projeto mostra como terrenos de propriedades da cidade podem ser reformados em prol do público, com design e mostrando a essência do Brooklyn em um formato vertical que se destaca em meio à vizinhança baixa.


A parte mais baixa do Yard Scraper será uma combinação entre utilidades sociais, comerciais e educacionais. Cada elemento será ligado a um quintal e as casas são empilhadas umas em cima das outras, de acordo com a iluminação e circulação de ar necessárias.


Além de tudo isso, o Yard-Scarper conta com um Green House Center, flats, escola pública, institutos, bibliotecas, parques públicos, entre outras coisas. Para mais detalhes, clique AQUI.


Para edição do mês de agosto de 2010, a revista americana Vanity Fair perguntou a 90 especialistas quais seriam as "maiores obras arquitetônicas dos últimos 30 anos". Com 28 votos, o Museu Guggenheim Bilbao, de Frank Gehry, foi o grande vencedor, seguido pelo Menil Collection, de Renzo Piano. A lista contou ainda com outras 19 construções tidas como as mais importantes ou memoráveis da arquitetura moderna.


Para o arquiteto e colunista da Architect Magazine, Lance Hosey, a única falha da seleção foi excluir as construções sustentáveis das candidatas. "Até as obra selecionadas de Piano e Norman Foster, arquitetos reconhecidos pela alta performance ambiental, são velhas e das menos ambiciosas. Pelo que eu vi, a sustentabilidade não tem sido o foco da elite da arquitetura", opina.


Para Hosey, embora as construções verdes tenham-se popularizado com mais intensidade nas últimas três décadas, o fosso entre os padrões de excelência em design e desempenho ambiental pode ser cada vez maior. Pensando nisso, ele decidiu criar sua própria lista das "cinco construções verdes mais importantes desde 1980".


Para isso, o arquiteto perguntou a 150 especialistas dos Estados Unidos, Europa e Ásia quais seriam os melhores representantes da área. Os selecionados foram:


- Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis
Inaugurado em 2000, o Centro de Estudos Ambientais Adam Joseph Lewis (AJCES), localizado no campus da Universidade de Oberlin, é um dos mais avançados exemplos de edifício auto-sustentável dos Estados Unidos. O AJCES produz toda energia que consome através de painéis fotovoltaicos, com potências instaladas de 60kW na cobertura e 100kW em área adjacente (estacionamentos).


O Centro Lewis ainda utiliza um sistema de tratamento de água chamado de "A Máquina Viva", que recebe a água de esgoto e a trata e purifica para que ela possa ser reutilizada nos vasos sanitários. O prédio ainda tem janelas posicionadas de maneira apropriada para aproveitar ao máximo a luz do dia e poços geotérmicos, que ajudam a aquecer e a resfriar a área interna da construção.


- Academia das Ciências da Califórnia
Desenhada pelo conceituado arquiteto italiano Renzo Piano, a Academia das Ciências da Califórnia foi inaugurada em 2008 e definida como uma "construção revolucionária". O telhado verde mantém o interior do edifício sempre fresco e os 13 milhões de litros de água usados por ano na rega das plantas são em grande parte reutilizados para outros fins no museu.


No telhado de vidro, janelas e cortinas controladas por computadores abrem-se e fecham-se para manter a temperatura adequada dentro do ambiente e facilitar a passagem da brisa do Pacífico. Calças jeans velhas foram utilizadas no isolamento das paredes e uma barreira de vedação envidraçada possui células fotovoltaicas integradas que geram 15 % da energia elétrica que o edifício consome.


- Genzyme Center
O Genzyme Center, sede mundial da empresa de biotecnologia Genzyme Corporation inaugurada 2003, recebeu o selo de platina do Green Building Council EUA graças aos seus princípios ambientais. O aproveitamento da luz natural e uso inteligente da água contribuíram para uma redução de 42 % dos gastos anuais em eletricidade e 32% do consumo da água.


- BedZED
Este bairro construído no Reino Unidos em 2002 é considerado um modelo de sustentabilidade urbana. Ele segue uma filosofia de composição heterogênea dos seus residentes, e possui moradores de classe média, alta e baixa vivendo no mesmo local. O empreendimento ainda foi erguido com material de construção comprado na região, uso de materiais reciclados e mão-de-obra local, e possui um Clube do carro exclusivo para os moradores.


- Centro Ambiental Philip Merrill da Fundação Baía de Chesapeake
Inaugurado em 2001, o Centro ocupa uma área construída de quase 3.000 m2 e segue padrões mundiais de conservação de energia, tendo recebido a certificação Platinum Rating do Green Building Council. Materiais reciclados e recicláveis foram usados na sua construção. Além disso, a utilização de um sistema de coleta de água de chuva associado a vasos sanitários compostáveis reduziu o consumo de água em 90%.

 

FONTE

Home For Life propõe casa 100% carbono neutro.

postado por Helena Rabethge | 14 August 2010


 
As construções antigas, algumas do início do século XX, contrastam com a arquitetura moderna que cresce junto com a cidade de Aarhus, segunda maior da Dinamarca. Uma delas ganhou destaque em todo mundo graça à sua sustentabilidade: a Home For Life.


Desenvolvida em uma parceria entre a VKR Holding, VELUX, VELFAC, SONNENKRAFT, WindowMaster e AART Architects, a casa foi o resultado final de um projeto experimental que busca construir casa ecológicas por toda Europa: o Active Houses.


Construída em 2009, a casa tem 191 metros quadrados, três quartos e um amplo jardim. Mas o que mais se destaca é a eficiente energética da habitação. Com um desenho que prioriza o uso de iluminação e ventilação naturais, somado a um sistema de painéis fotovoltaicos e aquecedores solar, a casa consegue produzir mais energia do que utiliza, gerando uma "sobra" que neutralizará todas as emissões da construção até 2049.


Bombas calor e coletores solar cobrem uma área de 7,2 m2, o suficiente para aquecer a casa e toda a água utilizada pelos moradores. Outros 50 m2 são cobertor por painéis solares que geram 5.500 kWh anuais utilizados na iluminação artificial e no abastecimento dos dispositivos eletroeletrônicos.


Um sistema de controle do clima interno da casa garante a maximização da eficiência energética e economia de energia. Janelas verticais e horizontais permitem maior entrada de luz e ventilação naturais, cobrindo 40% da superfície da casa (em contraste com a média de 20 a 25% de cobertura da maioria das casas).


"A casa cobre todos os seus requisitos de energia principalmente através da coleta da energia solar e da sua conversão em calor e eletricidade, combinando soluções naturais com tecnologias avançadas e tornando-a neutra em emissões de CO2", explica o arquiteto da AART Architects, Anders Tyrrestrup.


- Test drive


Para provar que a casa sustentável é uma opção de moradia melhor que as tradicionais, os organizadores convidaram uma família para se mudar para o local e relatar sua experiência para todo o mundo.


Assim, há mais de um ano a família Simonsen detalha em seu blog como é viver em uma casa inteligente e ecologicamente correta. Os textos (em dinamarquês) contam experiências inusitadas, como aprender a lidar com as janelas que se abrem a todo o momento, as luzes que se apagam automaticamente e a constante visita de jornalistas e curiosos.

 

FONTE

Apartamento de R$ 380 milhões é colocado à venda em Londres.

postado por Gabriel Nunes | 13 August 2010


Uma cobertura multimilionária foi colocada à venda em Londres e está a ponto de se tornar aquele que pode ser o apartamento mais caro do mundo, segundo a imprensa britânica.


A unidade mais luxuosa e cara do condomínio One Hyde Park teria alcançado o preço de 140 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 380 milhões) em negociações com um interessado que não quer se identificar, de acordo com os jornais The Daily Telegraph, Daily Mail e Evening Standard.
 
O condomínio, que deve ser finalizado em dezembro, fica no coração do bairro de Knightsbridge, uma das áreas mais nobres de Londres. Se o valor for confirmado, superará as 115 milhões de libras alcançadas em 2008 por um apartamento localizado na praça St. James, também em Londres. Entretanto, a incorporadora do projeto, CPC Group, não quis confirmar nem negar a informação.


Luxo


O condomínio, que deve ser finalizado em dezembro, fica no coração do bairro de Knightsbridge, uma das áreas mais nobres de Londres, nas redondezas de lojas como Harrods e Harvey Nichols. As unidades mais simples entre os 86 apartamentos têm preços a partir de 20 milhões de libras (R$ 54 milhões).


O empreendimento terá butiques no andar térreo, incluindo uma loja da fabricante de automóveis exclusivos McLaren, que deve expor, inclusive, uma seleção de seus carros de Fórmula 1. O empreendimento permitirá o acesso dos moradores aos serviços 24 horas do hotel Mandarin Oriental, onde o famoso chef Heston Blumenthal deve abrir seu primeiro restaurante em Londres.


De acordo com as reportagens publicadas na Grã-Bretanha, os moradores do One Hyde Park teriam ainda segurança garantida por ex-agentes das SAS, as forças especiais do Exército do país. O apartamento mais caro contaria inclusive com uma "sala do pânico" onde os proprietários poderiam se esconder em caso de ataque ou tentativa de sequestro, dizem os relatos.


Mercado


Apesar dos preços astronômicos - e da crise que assola o mercado imobiliário britânico -, a incorporadora afirmou que as vendas do One Hyde Park estão "muito bem", com 65% das unidades vendidas.


Comentando um projeto tão caro em meio a uma crise econômica tão aguda, Stephan Miles-Brown, diretor da imobiliária de apartamentos de luxo Knight Franks, disse que o mercado de alto luxo em Londres cresceu 20% no ano passado por causa do enfraquecimento da libra, que torna mais baratas, para estrangeiros, as compras na moeda britânica.


"Uma pesquisa recente nossa registrou que um número recorde de cidadãos de 49 nacionalidades comprou imóveis residenciais em Londres em 2009", disse. "Não há dúvida de que a libra mais fraca tornou Londres um mercado mais atraente para compradores internacionais. A mudança no câmbio e a queda nos preços no começo de 2009 criaram efetivamente um desconto de 50% para compradores estrangeiros entrando no mercado", calculou. "Em todo o mundo há uma oferta limitada de imóveis desse calibre e o fato de o One Hyde Park estar perto do fim e ter uma marca tão forte por trás, só aumenta o apelo."

 

FONTE