Google Voice.

postado por Sergio Barros | 26 June 2010


 
Google Voice, disponível anteriormente apenas por convite pessoal, proporciona um número único para centralizar todos os telefones de sua vida. Com este número é possível unir vários telefones ao mesmo tempo ou individualmente, dependendo das suas preferências.

A nova ferramenta também inclui correio de voz baseado na Web com a transcrição de texto instantânea, a opção de definir cumprimentos personalizados para diferentes públicos e a capacidade de enviar e receber mensagens de texto ilimitadas. E o melhor de tudo, é totalmente gratuito.

O Google Voice foi criado originalmente pela GrandCentral Communications, uma empresa iniciante que a Mountain View havia comprado em junho de 2007. O serviço permite criar um número único que vai tocar todos os seus telefones - a partir de seu telefone celular para seu telefone de casa para o telefone do escritório. Ele transcreve automaticamente e-mails a sua voz. Além disso, oferece chamadas gratuitas e textos dentro os E.U. e Canadá , bem como baixo custo de chamadas internacionais.

O Google diz que mais de um milhão de pessoas estão usando o Google Voice e que este é o pináculo da comunicação humana moderna.


Já pensou em inovar hoje?

postado por Sergio Barros | 11 June 2010

Com o mundo saturado de coisas iguais, produtos iguais, serviços iguais e ideias iguais, inovação é um tema que todos nós profissionais, independente da área que atuamos, deveríamos  parar e pensar sobre o assunto.


Inovar é um estado mental, é a busca por conhecimento e pelo entendimento do ser humano. O primeiro passo é olhar para as tarefas comuns que fazemos todos os dias e não se contentar com o mesmo. Não é inventar a roda, mas olhar para o que mais a roda poderia servir.


Quem inova sai da mesmice, do lugar comum e se torna mais competitivo em um mercado cada vez mais agressivo.  Na prática, para inovar precisamos nos livrar de alguns bloqueios, preconceitos e soltar a imaginação.


Significa antes de tudo, assumir riscos e não ter medo de errar pois, segundo Thomas Edison, 1% é genialidade e 99% é transpiração. Inovadores e criadores são pessoas que conseguem, em um grau a mais do que a média, aceitar o isolamento e seguir as próprias regras.


Se você está afim de inovar conecte-se ao mundo, extraia o máximo das ferramentas sociais (facebook, orkut, Twitter), veja opiniões dos outros, aceite, conteste e tire a sua própria conclusão.

 

Clique AQUI e ouça mais sobre INOVAÇÃO e sua importância.

Mídias sociais começam a influenciar a indústria da TV.

postado por Sergio Barros | 7 June 2010

 

Networked Insights, uma das principais empresas de análise de mídia social, lançou o SocialSenseTV, uma nova plataforma para mensuração analítica adaptada especificamente para a indústria da televisão. Esta nova plataforma atua como uma fonte complementar de dados para as métricas tradicionais, examinando as conversas na mídia social e é direcionada a ajudar a fornecer uma visão que leve a uma audiência mais específica e a estratégias de vendas mais eficazes. O SocialSenseTV analisa conversas na mídia social em torno da programação da TV através do rastreamento de temas específicos para celebridades e shows.

Como era de se esperar, depois da grande promoção para o final da série de TV “Lost”, gerou-se maior engajamento em mídias sociais do qualquer outro show entre fevereiro e abril de 2010, de acordo com a Networked Insights.

Um dado curioso é que apenas 4 dos 10 shows no ranking de mídia social também estavam no top 10 dos índices de audiência. Muitas séries populares no índice de mídia social, como “Os Simpsons”, não foram sequer ranqueadas no top 40 nas medições de TV da Nielsen.
Por outro lado, os produtores de shows podem usar esses dados de mídia social como um grupo de foco em larga escala para ver quem são os espectadores mais engajados. Além disso, a integração dos anunciantes, muitas vezes reaparecem nas conversas de mídia social, mesmo que as pessoas cada vez mais queiram pular os comerciais de TV.

“Uma plateia apaixonada vai falar sobre tudo e qualquer coisa que acontecer durante a hora que estiver assistindo a programação- seja um personagem ou um comercial”, disse Dan Neely, presidente- executivo da Networked Insights. TEDDY WAYNE

 

FONTE

Saiba qual é o melhor banner para o seu negócio.

postado por Sergio Barros | 20 May 2010


 
Já escrevemos por aqui sobre a performance de cada peça na web, agora é a vez de falar um pouco sobre a personalidade de cada banner. Pensando que novos formatos surgem todos os dias com nomes e funções diferentes para chamar a nossa atenção.

 


 
Uma pesquisa recente da Nielsen/Norman Group, rastreou os movimentos dos olhos humanos e mostrou que esses usuários não tem mais tempo para ler calmamente o conteúdo de uma página, por isso adotam uma postura mais pragmática com relação à absorção de conteúdo. Nossos olhos varrem a tela em busca de informação relevante.

 


Aqui vai uma dica para os sites que enchem suas páginas de banners: quanto mais poluída a página, pior para o seu anunciante.

Quais formatos de publicidade on-line dão certo?

postado por Sergio Barros | 18 May 2010

Já parou pra pensar qual o desempenho de cada formato de mídia on-line? Quais trazem maior retorno?


Geralmente quando começamos na mídia on-line fazemos este questionamento ou quando apresentamos relatórios ouvimos estas questões sobre qual a média do mercado sobre determinado formato. O IUPD (Índice Único de Performance Digital) realizou uma pesquisa que traz a média de CTR% (Click-through Rate) dos três principais formatos de peça: Richmedia (peças animadas), Richmedia com vídeo e Peça Simples. Veja só:

 


Resumidamente, o desempenho dos formatos com Richmedia são maiores, está aí um bom gráfico pra você defender o uso de peças de alto impacto no seu planejamento, assim como em relação ao uso dos diferentes canais, mostrando que os grandes portais dão maior retorno e indicam melhores resultados.


Evidente que todo o trabalho feito no planejamento de mídia mostra um indicativo do que é melhor fazer ou não, principalmente quando envolvemos planejamento e criação no processo.

FONTE