É preciso desburocratizar!

postado por Reprint | 17 August 2010

 

O Programa do governo federal, Minha Casa Minha Vida, tem contribuído muito para que famílias com vencimentos de até dez salários mínimos tenham condições de adquirir a tão sonhada casa própria. A primeira fase do programa, que visa construir um milhão de moradias até o final do ano, ainda não foi cumprida. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou na imprensa que conseguirá atingir a meta, no entanto, até o momento cerca de 500 mil imóveis foram contratados.

Em março deste ano, o governo anunciou as metas da segunda fase e, dentre elas, está a contratação de dois milhões de unidades habitacionais até 2014, além da ampliação do atendimento às pessoas de baixa renda – que ganham de zero a três salários mínimos por mês.

Seria ótimo que todas essas metas fossem cumpridas, no entanto, não podemos ignorar que o programa vem enfrentando algumas dificuldades para atingi-las. Primeiramente, é necessário que haja uma maior oferta para as famílias de baixa renda em cidades onde está concentrada a demanda desse público, que é São Paulo e as demais regiões metropolitanas. Na região metropolitana paulista, foram contratados 41% da meta de 84 mil moradias, abaixo da média nacional, hoje em 55%.

O grande mérito do Minha Casa Minha Vida é propor a redução do déficit habitacional, contudo, essa magnitude cai por terra quando as construtoras não conseguem produzir para o programa federal, por diversos motivos, sendo o mais crucial os altos preços dos terrenos. Isso faz com que o programa não atinja quem mais necessita dele.

Não bastasse isso, ainda falta uma peça importante, que é uma participação mais efetiva da prefeitura na desburocratização para a liberação dos projetos que, em alguns casos, levam até um ano para serem aprovados. Será preciso muita dedicação e parceria para manter a iniciativa privada engajada e os órgãos competentes comprometidos com os resultados. Os brasileiros estão habituados a pensar em um panorama negativo, mas devemos manter a confiança que desta vez será diferente.

 

 

Por Alexandre Rayel
Diretor Geral da Revista Minha Casa, Meu Imóvel
Diretor Geral da Verde Brasil Editorial, que publica desde Junho de 2006 a revista Minha Casa, Meu Imóvel.
Em 2009 desenvolveu e lançou o Minha Casa, Meu Imóvel Jornal.

A bola da vez.

postado por Reprint | 10 August 2010

 


A Copa do Mundo de Futebol na África do Sul é uma oportunidade e tanto para o Brasil não repetir os erros, porventura cometidos agora, em 2014. Também pode render alguns bons ensinamentos. Ainda há tempo para aprender! E embora o jogo tenha apenas começado, o que está bem claro é que a politicagem partidária pode prejudicar o campeonato. Vide o caso de São Paulo, onde o Estádio do Morumbi foi oficialmente descartado do Mundial.


Enquanto a definição do estádio para o campeonato não sai, São Paulo está suspensa do torneio e corre o risco de não ter jogos. Ainda no campo especulativo, há chances de Pirituba, na zona norte da cidade, sediar um novo estádio. Uma obra que transformaria o bairro, em que há planos de construção de um mega-centro de convenções, com hotéis, shopping e uma arena multiuso.


A Confederação Brasileira de Futebol já demonstrou interesse em fazer de Pirituba a sede paulistana da próxima Copa, desde que encontre um investidor. Por parte do governo, uma das prioridades será a futura Linha Seis - Laranja do metrô, que ligará a Brasilândia, também na zona norte, à estação São Joaquim, na zona sul.


 O mercado imobiliário está agitado diante dessa possibilidade. Mas independentemente do local escolhido, a realização da Copa do Mundo de 2014 no Brasil configura-se como oportunidade única para o avanço do planejamento em nosso País e para a renovação da infraestrutura de nossas cidades. Mais do que construir ou modernizar arenas, será preciso uma eficiente rede de transportes - o que inclui aeroportos, metrôs, sistemas rodoviário e portuário -, estrutura hoteleira adequada e excelente rede de telecomunicações, além de hospitais, de sistemas de segurança e de energia em boas condições.


Todas essas exigências, desde que bem geridas, podem deixar um legado sem precedentes ao País. Ficamos na torcida!

 

 

Por Alexandre Rayel
Diretor Geral da Revista Minha Casa, Meu Imóvel
Diretor Geral da Verde Brasil Editorial, que publica desde Junho de 2006 a revista Minha Casa, Meu Imóvel.
Em 2009 desenvolveu e lançou o Minha Casa, Meu Imóvel Jornal.

 

 

Com a oferta de crédito abundante, a indústria imobiliária deu pouco, ou quase nenhuma, atenção para estas duas alternativas. Agora, eles aparecem como uma alavanca no momento pós-crise. Apesar da instabilidade financeira internacional, representantes do mercado de seguros estão otimistas em relação ao seguro de crédito. Segundo Rodrigo Vasconcelos, sócio fundador da Horizon Consultoria de Seguros, apesar de algumas empresas já estarem lançando mão desses recursos e destacando o benefício nos anúncios, o mercado brasileiro não possui esta cultura e ainda é pouco explorado devido a falta de consciência desses seguros.

 

“A oferta de crédito para o mercado Imobiliário hoje, poderia ser muito maior se as construtoras ou incorporadoras contratassem o Seguro Garantia. Com ele, poderiam obter maior poder de negociação das taxas de juros e agilizar o processo junto as instituições financeiras” – afirma o consultor.

 

Para o consumidor, investir grande parte das suas economias e assumir compromissos de longo prazo geram angústia e medo na tomada de decisão. Neste momento, ter a certeza do recebimento do imóvel, espantaria o fantasma do desemprego, de uma eventual falência ou qualquer outro processo judicial que impediria a finalização da obra. Segundo a empresa, atuais pesquisas revelam que estas são as maiores incertezas da classe C, público que está movimentando a tomada de crédito e faz parte da categoria de empreendimentos menos afetada na crise.

 

“Temos que considerar esses fatores. Em momentos de instabilidade de emprego, outra boa opção para garantir a realização do sonho da casa própria é o Seguro Prestamista que garante tranquilidade para quem compra, para quem vende e até para quem empresta” - completa o executivo. Mais informações: atendimento@horizonseguros.com.br

 

 

 

Para marcar a chegada da incorporadora Incons em Curitiba, a OgilvyFAV desenvolveu uma campanha com o conceito: “Para você viver melhor”. O esforço de comunicação era composto de anúncios e ações que faziam com que a Incons chegasse na cidade para ser reconhecida como uma empresa de valores. Um deles, é esse aqui, o anúncio de oportunidade para o Dia dos Pais e Dia das Mães.

 

Faz um 21 para o seu jardim.

postado por Reprint | 21 May 2009

 

Outro dia vi o case de uma padaria, que avisava quando saia pãozinho quente pelo Twitter, mas este aqui superou o português e o robô-jardineiro. Conectar seu vasinho de estimação na rede. De onde você estiver no mundo, ele manda um post avisando que precisa de água. O máximo! Isto só é capaz graças a invenção do “Botanicalls Twitter “, um sistema que foi desenvolvido para ajudar as plantas a fazerem ligações quando precisam de ajuda.

 

Para quem não sabe, Twitter é um software social que faz uma simples pergunta: o que você está fazendo? No caso, sua plantinha vai responder: nada…só queria um pouco d’água!