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O público mais jovem e descolado não tinha opções de moradia no Cabral, um bairro de alto padrão com produtos de grandes metragens.

A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário criou um empreendimento para repaginar a tradição dessa região e atender as novas necessidades.

Para apresentar esse produto, a OgilvyFAV não poderia escolher um nome mais adequado: SET Cabral, que significa acertar, regular para ajustar-se perfeitamente a esse novo público.

SET CABRAL. Onde e como você queria.

 

Não é a primeira vez que a OgilvyFAV participa de um lançamento Reitzfeld em Curitiba.


Depois do sucesso do Monde Champagnat, essa conceituada empresa com mais de 50 anos de atuação, inova mais uma vez para misturar estilo e modernidade ao bairro das Mercês.


A Ogilvy FAV nomeou de FUSION CURITIBA a melhor combinação para viver a cidade em um bairro bem próximo ao centro, ao Batel e aos endereços mais badalados com opção de studio, muito lazer e uma praça integrada a um lindo jardim. Além da mídia on line e off line, a campanha teve apoio de ações estratégicas em restaurantes e pontos badalados, reforçando ainda mais o conceito das pessoas se misturarem ao melhor para viver, interagir e se divertir.

 

Apartamento de R$ 380 milhões é colocado à venda em Londres.

postado por Gabriel Nunes | 13 August 2010


Uma cobertura multimilionária foi colocada à venda em Londres e está a ponto de se tornar aquele que pode ser o apartamento mais caro do mundo, segundo a imprensa britânica.


A unidade mais luxuosa e cara do condomínio One Hyde Park teria alcançado o preço de 140 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 380 milhões) em negociações com um interessado que não quer se identificar, de acordo com os jornais The Daily Telegraph, Daily Mail e Evening Standard.
 
O condomínio, que deve ser finalizado em dezembro, fica no coração do bairro de Knightsbridge, uma das áreas mais nobres de Londres. Se o valor for confirmado, superará as 115 milhões de libras alcançadas em 2008 por um apartamento localizado na praça St. James, também em Londres. Entretanto, a incorporadora do projeto, CPC Group, não quis confirmar nem negar a informação.


Luxo


O condomínio, que deve ser finalizado em dezembro, fica no coração do bairro de Knightsbridge, uma das áreas mais nobres de Londres, nas redondezas de lojas como Harrods e Harvey Nichols. As unidades mais simples entre os 86 apartamentos têm preços a partir de 20 milhões de libras (R$ 54 milhões).


O empreendimento terá butiques no andar térreo, incluindo uma loja da fabricante de automóveis exclusivos McLaren, que deve expor, inclusive, uma seleção de seus carros de Fórmula 1. O empreendimento permitirá o acesso dos moradores aos serviços 24 horas do hotel Mandarin Oriental, onde o famoso chef Heston Blumenthal deve abrir seu primeiro restaurante em Londres.


De acordo com as reportagens publicadas na Grã-Bretanha, os moradores do One Hyde Park teriam ainda segurança garantida por ex-agentes das SAS, as forças especiais do Exército do país. O apartamento mais caro contaria inclusive com uma "sala do pânico" onde os proprietários poderiam se esconder em caso de ataque ou tentativa de sequestro, dizem os relatos.


Mercado


Apesar dos preços astronômicos - e da crise que assola o mercado imobiliário britânico -, a incorporadora afirmou que as vendas do One Hyde Park estão "muito bem", com 65% das unidades vendidas.


Comentando um projeto tão caro em meio a uma crise econômica tão aguda, Stephan Miles-Brown, diretor da imobiliária de apartamentos de luxo Knight Franks, disse que o mercado de alto luxo em Londres cresceu 20% no ano passado por causa do enfraquecimento da libra, que torna mais baratas, para estrangeiros, as compras na moeda britânica.


"Uma pesquisa recente nossa registrou que um número recorde de cidadãos de 49 nacionalidades comprou imóveis residenciais em Londres em 2009", disse. "Não há dúvida de que a libra mais fraca tornou Londres um mercado mais atraente para compradores internacionais. A mudança no câmbio e a queda nos preços no começo de 2009 criaram efetivamente um desconto de 50% para compradores estrangeiros entrando no mercado", calculou. "Em todo o mundo há uma oferta limitada de imóveis desse calibre e o fato de o One Hyde Park estar perto do fim e ter uma marca tão forte por trás, só aumenta o apelo."

 

FONTE

Adrenalina e Arte em Soweto.

postado por Gabriel Nunes | 26 May 2010

 

O elevador leva alguns minutos para chegar lá em cima. Mas quem está dentro dele depois vai demorar apenas segundos para descer os 100 metros de altura. Construídas entre 1939 e 1955, as torres de Orlando faziam parte de uma usina que gerava energia para Joanesburgo, mas, ironicamente, sua eletricidade não era usada em Soweto. Em 1998, a usina foi desativada. Dez anos depois, em 2008, o local passou a ser usado para a prática de esportes radicais, como o Bungee Jump.


A partir deste mês até o final da Copa do Mundo, as torres funcionarão sete dias por semana para quem gosta de aventura. Saltar de Bungee Jump (há duas opções: dentro de uma das torres ou de uma ponte entre as duas) custa 480 rands (R$ 113). Quem quiser só subir os 100 metros e apreciar a vista paga 60 rands (R$ 14), mas para tirar fotos é preciso desembolsar mais 100 rands (R$ 23,6).


As torres de Orlando são o principal cartão-postal de Soweto, região criada durante o regime do Apartheid para a moradia de negros. O local tornou-se símbolo da luta contra o racismo na África do Sul. Entre seus moradores ilustres estão Nelson Mandela, que morava em uma casa em Soweto quando foi preso em 1962, e o bispo Desmond Tutu. Os dois vencedores do prêmio Nobel da Paz tinham residência na mesma rua, a Vilakazi.


As pinturas nas torres formam o maior mural da África do Sul. As imagens são inspiradas na cultura local e em personagens importantes do país. No clima da Copa do Mundo, há ainda uma vuvuzela (corneta de cerca de um metro de comprimento, usualmente usada por torcedores em jogos de futebol na África do Sul ) e imagens de jogadores de futebol. Do alto da torre, é possível ver o Orlando Stadium, que será sede da festa de abertura do Mundial, mas não receberá jogos. Por causa de montanhas ao redor de Soweto, o Soccer City não é visto de lá.

 

FONTE

 

Arranha-céu Purificador.

postado por Gabriel Nunes | 11 March 2010

 

Jakarta está localizada em uma região cortada por treze rios diferentes, que abastecem a população local. O grande problema é que com o crescimento da cidade, os rios foram poluídos e as enchentes causam cada vez mais estragos nas favelas construídas ao longo dos leitos.


Para amenizar esses dois problemas e ainda fornecer um espaço para moradia da população de baixa renda, um grupo de arquitetos criou o Ciliwung Recovery Project (CRP). Ele foi projetado para utilizar um sistema integrado de filtragem que irá purificar as água do maior rio da região.


A estrutura do prédio é feita a partir de uma coluna de tubos que transportam a água do rio ao longo das três etapas de purificação e depois a leva de volta ao seu fluxo natural.


Na primeira etapa da limpeza, a água sobe pelos tubos por meio de uma ação capilar, fazendo com que parte do lixo seja separada naturalmente. Esse material seguirá para reciclagem ou compostagem, a depender do tipo.


Depois a água é filtrada para eliminar resíduos tóxicos e contaminantes, e segue de volta para o rio. A água utilizada no próprio prédio também será coletada, tratada e filtrada antes de ser despejada no rio. Já os resíduos domésticos serão transformados em adubo para utilização no leito.


Para tornar o novo ecossistema ainda mais equilibrado, as favelas ao longo do rio serão removidas e os moradores serão relocados no próprio prédio, em unidades de habitação de baixa renda. Assim, além de fornecer moradia adequado à essas pessoas, a área que elas ocupavam poderá ser reflorestada.


A construção ainda será abastecida por turbinas eólicas e por placas solares instaladas no telhado e toda a estrutura será coberta com vegetação natural. Para economizar energia, os elevadores do prédio serão movidos por um sistema baseado no Princípio de Arquimedes, que utiliza a relação entre gravidade e empuxo da água para movimentar os corpos.


Graças ao seu conceito inovador, design e benefícios ecológicos, o CRP recebeu o prêmio de segundo colocado na eVolo Skyscraper Competition 2010. A competição tem o objetivo de "examinar a relação entre o arranha-céu e o mundo natural, a comunidade e a vida urbana. Incentivar a imaginação para redefinir o termo 'arranha-céus' por meio do uso de novos materiais, tecnologias, estéticas, programas e novas organizações espaciais".


Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4309661-EI238,00-Arquitetos+criam+arranhaceu+que+limpa+agua+de+rio.html#tphotos