Novo conceito de escrivaninha

postado por Cristiano Tavares | 28 September 2009

 

Esta é uma cabine multimídia chamada Globus. Aberta ela é uma estação de trabalho e fechada um globo, um objeto de decoração com design arrojado para escritórios ou sua casa. Moderno, diferente e criativo. O desenvolvimento do produto é da empresa holandesa Gispen. O designer criador é Michiel Vander Kley.

 

 

http://www.kontrastblog.com/2008/01/24/mobile-office-globus-by-michiel-van-der-kley-for-artifort/

Tijolo pra quê?

postado por Cristiano Tavares | 19 September 2009


Nesta última quinta-feira a rede de hotéis Holiday Inn revelou sua obra-prima: um ambiente de 37 m² com quarto de hóspedes, banheiro e lobby preenchidos com móveis em tamanho real feitos com Key Cards (cartões-chave que abrem as portas em hotéis), 200.000 para ser mais específico. O autor do feito foi Cardstacker Bryan Berg e ele levou quatro meses para finalizar o projeto.

 

O local ficará aberto para visitação de 17 a 21 de setembro na South Street Seaport em Manhattan. Para quem estiver passando por lá, vale conferir.

 

Esta ação foi feita pela IHG para comemorar os 1200 relançamentos da marca Holiday Inn que estão acontecendo no mundo todo. Impressionante!

 

http://hotels.uptake.com/blog/key-card-hotel-nyc-4123.html

 

Morar em uma Obra de Arte.

postado por Cristiano Tavares | 15 August 2009

 

Apartamentos antigos, projetados por arquitetos consagrados, viram objeto de desejo para quem quer viver com estilo e espaço em São Paulo. Dois grandes exemplos são os edifícios Esther, na Praça da República e o Bretagne na Avenida Higienópolis. Inaugurado em 1938, o Esther foi o primeiro prédio de inspiração modernista do país. Projetado por Vital Brazil e Adhemar Marinho, o edifício de uso misto já serviu desde depósito para camelôs até morada para o pintor Di Cavalcante. Já o Bretagne tem uma história mais “holywoodiana”.  Projetado por Artacho Jurado, que nem arquiteto de formação era, e não podia assinar suas obras, teve o ator Americano Roy Rogers como convidado para sua inauguração.


O público desse tipo de apartamento, conhecido como vintage, geralmente tem uma visão de cultura diferenciada e mantêm uma relação emocional com a cidade. Um exemplo é o cozinheiro, padeiro e apresentador Olivier Anquier que se apaixonou pelo Esther e conseguiu comprar uma cobertura lá. Depois de inúmeras pesquisas sobre o edifício levou oito meses para reformar seu apartamento de acordo com as características originais. Hoje, essas duas “obras de arte” conseguiram, junto ao poder público, o processo de restauração de suas fachadas, mas ao contrário de outros países, onde existe um suporte para os edifícios tombados, o processo de tombamento e restauração no Brasil é lento e burocrático. Por isso os próprios moradores tomaram para si a responsabilidade de conservar e restaurar os edifícios onde moram. O próprio Anquier diz que quer ser o pivô de um movimento de revitalização do centro.