postado por Giorgia de Barros | 28 July 2010

O legal de tomar sorvete em casquinha é que você pode comê-la depois que o sorvete acaba. Talvez esse tenha sido o insight para o Jelloware, que é um copo comestível. Feitos de alga e com sabores variados, combinam seus aromas com a bebida e depois da utilização, nem precisa lavar. E se não quiser comê-los, basta jogá-los na grama – as algas contém nutrientes que são benéficos ao solo.
O Jelloware é um conceito do The Way We See The World, mas qual será a primeira lanchonete a adotar a ideia?
postado por Helena Rabethge | 27 July 2010

O escritório de design londrino Priestmangoode apresentou recentemente o Mercury, trem bala projetado para uma viagem muito eficiente e com baixo índice de utilização de carbono. O Mercury é um trem de dois andares cheio de design e um interior único que pretende revolucionar viagens domésticas nos trilhos. Mesmo sendo apenas um conceito até agora, o trem foi projetado para atingir até 225 milhas por hora.
Desta forma, a Priestmangoode pretende trazer de volta a época em que o design britânico era referência com o Mercury, colocando a Grã-Bretanha de volta no mapa como um líder mundial em design e tecnologia. No passado, a Grã-Bretanha era conhecida por transportes de design como o Concorde, o Spitfire, Rolls Royce e o Routemaster Bus.

O trem também inclui um interior muito convidativo e confortável. Em seus 400 metros de comprimento você poderá encontrar leitos para famílias ou festas privativas que incluem bares, áreas de trabalho e camas. Até a área para as crianças brincarem será integrada ao trem, junto com uma seção muito chique da primeira classe, para aqueles que quiserem viajar com estilo. Como a Priestmangoode diz, é hora de persuadir as pessoas a viajar mais de trem!
FONTE
postado por Helena Rabethge | 23 July 2010

Imagine juntar todo o plástico que hoje está flutuando sobre as águas do Giro Pacífico Norte (região oceânica que é considerada o maior depósito de lixo do planeta) e usar esses resíduos para construir uma ilha sustentável com as mesmas proporções territoriais de uma cidade como Manaus. Parece loucura? Não para os arquitetos do Whim Arctects, da Holanda, que colocaram a ideia no papel ao pensar na Recycled Island, uma enorme ilha capaz de abrigar as pessoas que poderão perder suas casas por causa de fenômenos provocados pelas mudanças climáticas. O objetivo é formar um território insular flutuante onde existam casas, comércio, lazer e plantações. “Queremos propor um habitat confortável, mas que não precise depender (tanto) de recursos oferecidos por outros países”, diz Ramon Knoester, um dos criadores da ideia, que está em estudos para ser viabilizada. Por enquanto, não passa de uma ilha imaginária cuja matéria prima continua a boiar e poluir nossos mares. Quer saber mais? Clique aqui.
FONTE: Revista Vida Simples – Julho / 2010 – Edição 94 – Pág. 16
postado por Marcos Cangino | 23 July 2010
Esse prédio chama-se ‘A Onda’ (como as próprias formas indicam) e foi construído pelo escritório Henning Larsen Architects, na cidade dinamarquesa de Vejle. O edifício, situado na frente de uma baía, é singular porque está carregado com formas esculturais e orgânicas que dão uma nova atmosfera ao município.
Durante o dia, as ondas brancas são refletidas no mar e, à noite, elas se "transformam" e parecem montanhas iluminadas multicoloridamente, como descreve o próprio escritório. Ao todo, o edifício comporta 140 apartamentos - alguns deles com dois andares, mas todos com uma vista maravilhosa.
De acordo com o Henning Larsen Architects, a Onda, que tem 10 andares, foi inspirado pelas características da própria Dinamarca, com seus fiordes, pontes e colinas, e faz um link com a cidade, a paisagem e o mar. A construção, de cerca de 12 mil metros quadrados, foi entregue no final do ano passado.

FONTE
postado por Helena Rabethge | 22 July 2010
Esta construção, que lembra uma pelota felpuda, na realidade tem 20 metros de altura e é inteirinha coberta por varas de acrílico, que balançam ao sabor do vento. O curioso é que em cada uma delas estão guardadas algumas sementinhas – e são mais de 60 mil, vindas de plantas variadas. O cubo faz parte do Pavilhão do Reino Unido na Shangai World Expo, a Feira Universal que acontece na China até Outubro. A ideia do evento, que ocorre desde 1851, é que países de todo o planeta compartilhem seus aspectos culturais, tecnológicos e econômicos. A edição de 2010 tem o tema “Uma cidade melhor, uma vida melhor”, e a construção, apelidada de “Seed Cathedral” (Catedral da Semente) representa a importância da diversidade da Terra. Durante o dia, cada vara de mais de 7 metros atua como fibra óptica, levando luz ao seu interior. À noite as fibras se iluminam criando uma atmosfera de respeito e devoção aos recursos do planeta. No fim da feira, os visitantes poderão plantar as sementes ali guardadas e todo o material usado na construção do cubo será reciclado e reutilizado.

Fonte: Revista Vida Simples – Julho 2010 – Edição 94 – pág. 12